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Aprenda a dizer não a seus filhos!!!

Tags:
psicologia

Leu? Concorda com a psicóloga?

Então faça sua parte divulgue.

Eu fiz a minha.

Escrito por:

sergio o.
tecnico em Informatica
quinta, 27 de setembro de 2007 - 21:34
responder tópico

Também fiz minha parte e divulguei meus comentários para que possamos ter uma sociedade menos preconceituosa e mais digna onde cada ser humano não se sinta superior ao outro, não julgue e não se julgue tão correto querendo impor seus pensamentos errôneos como fazem nossos governantes. Assim talvez possamos ver nossos filhos fazendo análises em suas vidas para que possam ser felizes.

Escrito por:

Marcia F.
terça, 30 de outubro de 2007 - 21:19
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Boa Tarde.
Em primeiro lugar peço desculpas pelo atraso na resposta,concordo com a opinião da psicóloga,pois dizer não estabelece uma ponte concreta de ligação com as exigências da sociedade e prepara os indivíduos para as frustações que certamente virão com o passar do tempo.

Um grande abraço

Escrito por:

Cybelle B.
Pedagoga/Acupunturista
domingo, 25 de novembro de 2007 - 21:44
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Ola amigos e amigas

Penso que não devemos julgar quem esta correto ou errado. - Estamos todos sujeitos a erros e vamos pagar muito caro pelos erros. A lei existe e para cada um é intepretado de uma maneira ou de acordo com o poder aquisitivo.

Vou deixar uma ilustração

NÃO DISCUTA COM AS CRIANÇAS

Uma menina estava conversando com a sua professora. A professora disse que era fisicamente impossível que uma baleia engula um ser humano porque, apesar de ser um mamífero muito grande, a sua garganta é muito pequena.
A menina afirmou que Jonas foi engolido por uma baleia. Irritada, a professora repetiu que uma baleia não poderia engolir nenhum ser humano; era fisicamente impossível.
A menina, então disse: "Quando eu morrer e for pro céu, vou perguntar a Jonas".
A professora lhe perguntou: "E o que vai acontecer se Jonas tiver ido ao inferno?"
A menina respondeu: "Então é a senhora que vai perguntar."


Abraços
Sergio, japinha

Escrito por:

Sergio Takashi .
proprietario - Tupã/SP da Lanchonete e Sorveteria
domingo, 25 de novembro de 2007 - 22:59
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Ólá!
Embora já tivesse acesso a esta mensagem, sempre é bom lembrar da importância de repassar para os pais.
valeu!
Abraços
Suzana

Escrito por:

Suzana R.
Publicitária
sexta, 05 de setembro de 2008 - 14:40
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"... vamos pedir piedade, senhor piedade, prá essa gente careta e covarde..."

A autora não consegue distinguir conceitos. Primeiro o temporal, pois a idolatria cultivada ao Cazuza é datada de muitos anos antes do lançamento do filme, ou seja, ao músico e não à sua vida, que antes do filme era conhecida apenas por pessoas que tinham acesso a leitura especializada, o que é sabido não ser um hábito do cidadão brasileiro.

Em seguida, e novamente, ela não distingue o artista de sua vida. Ao mesmo tempo em que sente-se tocada pelas letras, admite a si mesma que não pode, para tanto, deveria ao mesmo tempo reverenciar um marginal.

Eu não sou psicólogo, e daí minha dúvida, está correto não distinguir uma produção artística da visão de seu criador? Ou melhor, está correto não distinguir a produção artística da suposta visão atribuída a seu criador?

Se marginal é o termo atribuído à pessoa que vive distante das regras impostas pela sociedade que a Senhora Karla tenta construir, como ela mesma frisa, então devo aceitar que ela denomine-o como marginal. Como não vivo na sociedade bi-polarizada, entre os que estão certo e os que estão errados, devo discordar da denominação de marginal dada ao Cazuza.

Prefiro ter a convicção de que seus pais desejaram a melhoria do ambiente familiar do que acreditar que viviam como a pscicóloga diz, vivendo para satisfazer suas vontades e loucuras. Caso a senhora psicóloga não lembre, durante o filme, a mãe de Cazuza não vai comprar mais drogas quando o filho fica irritado ao saber que a mesma tinha dado fim quantidade encontrada em casa. Nem tão pouco isso foi o suficiente para fazê-lo parar de usar os entorpecentes.

Existe um exemplo ideal de pais a ser adotado pela sociedade? Talvez na sociedade construída pela senhora Karla sim
O filme mostrou as escolhas que um pessoa fez, em nenhum momento apareceu alguma imagem, texto ou mesmo som, explicando que aquele é o modo correto, certo ou adequado de viver.

Escrito por:

RINALDO C.
.
terça, 30 de setembro de 2008 - 18:43
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... Ao contrário, pode ser considerado um filme bastante educativo, pois o final demonstra o que as escolhas tomadas findaram, numa morte prematura e dolorosa.

Não acredito que esconder a existência de entorpecentes ilícitos ou lícitos seja a maneira adequada de mostrar os riscos que um pessoa passa em sua vida. Se a senhora Karla precisou conversar muito, provavelmente é devido a baixa freqüência de contato com sua filha. A instrução deve ser continuada e não em rajadas atômicas.

Isso mesmo, ser correto não dá ibope, nem tão pouco bilheteria! Todos nós já sabemos disso, a TV e o cinema já declararam isso diversas vezes! Cabe a cada indivíduo saber discernir o que lhe agrada e o que não lhe agrada. Isso
sim é o que faz um dos comerciais da empresa Fiat, quando o pai de uma garota questiona se a camisinha era da mesma e ela responde que se fosse não estaria grávida. Ou seja, existe a alusão de que o conhecimento deve ser repassado o quão logo possível, e não escondido.

Isso mesmo, ser correto não dá ibope, nem tão pouco bilheteria! Todos nós já sabemos disso, a TV e o cinema já declararam isso diversas vezes! Cabe a cada indivíduo saber discernir o que lhe agrada e o que não lhe agrada. Isso
sim é o que faz um dos comerciais da empresa Fiat, quando o pai de uma garota questiona se a camisinha era da mesma e ela responde que se fosse não estaria grávida. Ou seja, existe a alusão de que o conhecimento deve ser repassado o quão logo possível, e não escondido.

A morte de Cazuza foi, única e exclusivamente, devido a suas escolhas pessoais, seus pais não têm culpa das escolhas do filho. Concordo que talvez, e provavelmente, sua vida tivesse sido diferente com algumas privações e principalmente esclarecimentos. Porém, isto não impede que a pessoa, ainda assim, tome decisões consideradas erradas.

Dizer não, definitivamente não é uma prova de amor. Pode ser uma prova de hierarquia, imposição e comodismo ...

Escrito por:

RINALDO C.
.
terça, 30 de setembro de 2008 - 18:45
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... Melhor do que um não é uma explicação, um esclarecimento sobre as possibilidades, e uma liberdade comedida de ação. A liberdade necessário para que se perceba que a experiência dos pais pode fazer o filho crescer melhor.

Educar não é a principal função dos pais. A principal função dos pais é amar, viver, brincar, passar experiência e ser amigo de seus filhos, sim. Educar é o processo contínuo composto por esses e muitos outros verbos a serem conjugados de forma conjunta e durante toda a vida.

É clara a intenção da senhora Karla em fazer refletir sobre algumas questões importantes na vida social atual, logo foi alcançado. Mas ele é eficaz positivamente sobre os pais de estilo rigoroso. Ela esquece que é característica do jovem a contestação. Esquece que a juventude se identifica com a liberdade de expressão que Cazuza teve, em declarar seu inconformismo com a política e os preconceitos que ainda vingam na sociedade.

Atacá-lo desta forma, denegrindo suas escolhas exclusivamente pessoais sem bonificar o impacto que teve sua obra artística, além de ser inadequado comprova a rigidez no olhar crítico, das liberdades e da essência do ser enquanto humano.

"... eu vou dar o meu desprezo prá voce que me ensinou, que a tristeza é uma maneira da gente se salvar depois..."

Escrito por:

RINALDO C.
.
terça, 30 de setembro de 2008 - 18:48
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