O poder do consumidor 2.0 - Alexandre Fugita na Época Negócios
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EXCELENTE!!!!
Saiu no pôster central também?
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Aê Fugita, parabéns!
Finalmente alguém dos meios mais "tradicionais" caindo na real a respeito da relevância do Techbits, hein?
Abraço.
Parabéns Fugita! Rumo a dominação das mídias! :D
Paro alto, e avante! Parabéns, torço para que se reverta em muitos novos leitores do blog.
[]s
Pessoas,
Primeiro, valeu, obrigado! Agora respondo individualmente...
Cardoso,
Não, não saí no pôster central... :-( hehehe! Valeu pelo seu post "Breaking News". O mais engraçado é que eu tinha quase certeza que vc publicaria algo do tipo, hehe!
Mario,
oh, não?! Descobriram a relevância do Techbits?!? Diabos! hehehe!
Renê,
Um dos objetivos do Techbits é exatamente esse, dominar o mundo... como o Pink e o Cérebro!
Rodrigo,
Não sei se vai reverter em leitores pois a Época - como toda mídia tradicioal - esqueceu de dar um mísero link, ou citar a URL do Techbits. Até na versão da internet.
Abraços a todos!
Parabéns, Fugita! É uma excelente matéria. A mídia finalmente está descobrindo os blogs e a web2.0 e está correndo atrás. E o Techbits se consolida como referência no nicho.
PS: Mas não tem jeito, não linkam nunca, né? Tem muito a aprender com os blogs...
Grande Fugita!
Sua participação nessa matéria é uma vitória de quem torce para o "bloguismo" sério (que pode até falar de sacanagem). Vai ter um caminho lá na frente para quem não está escrevendo só para pegar paraquedistas.
Parabéns.
Abraços e sucesso,
Muito boa matéria, parabéns cara.
Eu poderia comentar sobre todo o efeito positivo que essa novidade traz para a blogosfera, mas não...
Tenho mesmo que comentar é que o Fugita saiu com cara de galã :)
...
Parabéns, hehe.
Abraço.
Parabéns pelo trabalho Fugita!
Boa entrevista.
O sucesso (eu tinha certeza!) já era aguardado, hehe
O TechBits é um bom exemplo de blogs no Brasil que falam de coisas sérias sem apelar para pegar paraquedistas ou pagar aluguéis com o mísero dinheiro do ad-sense.
Obs. "Mísero" porque o Google paga com o ínfimo do que lucra.
Mas, e quem precisa, né?
