CARTA DE U'A MÃE PARA OUTRA
Pois é....
Uma é mãe de um delinqüente, infrator e pior, assassino, protegido sob a égide dos "DIREITOS HUMANOS", cujas causas, pelo filho dela ter se tornado o que se tornou, podem ter origens na má educação e formação ético-moral que ela propiciou, na inexistência de uma "formação espiritual" ou por questões sociais mais amplas, que não cabe aqui discutir. Talvez ela mesma, fosse drogada, tinha vários parceiros, vivesse da vida fácil (nada contra essas profissionais, a mais antiga da civilização) ou não estava NEM AÍ para o oitavo filho que tenha colocado no mundo. Não sei, não conheço a história dela. Talvez não. Talvez seja uma pessoa totalmente ÍNTEGRA, onde retiro, portanto, todos os meus comentários anteriores.
Da outra mãe, não há muito o que falar. Apenas desejar muita Luz, Serenidade e Paz em seu coração.
Ou melhor, que as 2 mães tenham a mesma Luz em seus Corações !
Mas que deve ser muito dolorido para uma mãe, com certeza...
abs.
Atualizada em: Friday, 02 November, 2007 - 17:19
Escrito por:
- Vítor Alberto K.
- Consultor-adjunto da TRENDS Consultoria Empresarial Ltda
- sexta, 02 de novembro de 2007 - 17:06
Ola amigo Simão
Não gosto de fazer julgamentos. - Eu penso que cada mãe tem suas razões.
Vamos deixar o julgamento para Deus que com certeza a sentença será justo para ambas mães e ambos os filhos.
Quanto as leis do homem gostaria de deixar uma ilustração.
Sentença Judicial
Eis parte da sentença do juiz Rafael Gonçalves de Paula, da 3ª Vara Criminal de Palmas (Tocantins), que deu liberdade a dois cidadãos presos, acusados de roubo de duas melancias. Fez tanto sucesso que a Escola Nacional de Magistratura incluiu o despacho do meritíssimo, na última sexta-feira, em seu banco de sentenças:
Para conceder a liberdade aos indiciados, eu poderia invocar inúmeros fundamentos: os ensinamentos de Jesus Cristo, Buda e Gandhi, o direito natural, o princípio da insignificância ou bagatela, o princípio da intervenção mínima, os princípios do chamado direito alternativo, o furto famélico, a injustiça da prisão de um lavrador e de um auxiliar de serviços gerais em contraposição à liberdade dos engravatados que sonegam milhões dos cofres públicos, o risco de colocar os indiciados na universidade do crime (o sistema penitenciário nacional).
Poderia sustentar que duas melancias não enriquecem nem empobrecem ninguém. Poderia aproveitar para fazer discurso contra a situação econômica brasileira, que mantém 95% da população sobrevivendo com o mínimo necessário. Poderia brandir minha ira contra os neoliberais, o Consenso de Washington, a cartilha demagógica da esquerda, a utopia do socialismo, a colonização européia. Poderia dizer que George W. Bush joga bilhões de dólares em bombas na cabeça dos iraquianos, enquanto bilhões de seres humanos passam privação na Terra - e aí, cadê a Justiça nesse mundo?
continua
Escrito por:
- Sergio Takashi .
- proprietario - Tupã/SP da Lanchonete e Sorveteria
- domingo, 04 de novembro de 2007 - 19:51
continuação
Tantas são as possibilidades que ousarei agir em total desprezo às normas técnicas: não vou apontar nenhum desses fundamentos como razão de decidir. Simplesmente mandarei soltar os indiciados. "Quem quiser que escolha o motivo."
Publicado na "Tribuna da Imprensa", caderno "Tribuna Bis", de 04/07/2006, página 2.
Fonte: http://www.contandohistorias.com.br/
Abraços
Sergio, japinha
Escrito por:
- Sergio Takashi .
- proprietario - Tupã/SP da Lanchonete e Sorveteria
- domingo, 04 de novembro de 2007 - 19:54
Caro Simão,
Faço coro com os amigos acima. Não é facil julgar uma situação assim, principalmente na sociedade em que vivemos, onde injustiças se cometem todos os dias, as violências se acumulam e o que resta é somente o choro de mães e pais indignados.
Como disse o educador Agusto Cury em seu livro Pais Brilhantes, Professores Fascinantes, é preciso revolucionar o nosso ensino, a educação que tínhamos à um século, hoje já não se aplica.
São desviados milhares de milhões de reais para não-sei-o-quê e o nosso sistema de ensino continua falido.
Escolas aos pedaços, professores desmotivados e desvalorizados, e pais que acham que a educação do seu filho se aprende somente na escola.
Sei que a questão é mais ampla que isso, mas se iniciassemos pela educação, as outras questões acompanhariam a onda.
Abs.
Evaristo.
Escrito por:
- Antonio Evaristo F.
- tecnico administrativo I da RPC - REDE PARANAENSE DE COMUNICAÇÃO
- terça, 20 de novembro de 2007 - 12:56
Olá Simão,
Acredito que não há dor maior do que a perda de um filho para uma mãe, seja ela por morte ou trancafiado atráz das grades. Por isso não podemos julgar a carta dessa mãe que usou as palavras como desabafo, mesmo que suas palavras no primeiro momento nos leve a condenar a mãe do deliqüente, que tbm. não deve ser julgada, pois qual a mãe que não estenderá a mão a seu filho, mesmo ele sendo um assassino, por isso, acredito que essas duas mães são duas sofredoras, uma pela perda de seu filho para morte, a outra pela perda de seu filho para a criminalidade. Quanto a julgar o rapaz deliqüete, prefiro não ousar a tal, pois, são tantos motivos que levam o jovem a enveredar para a criminalidade, assim como, há vários motivos que o leva a não enveredar por tal caminho. Certo é que o governo, a sociedade, temos muito a fazer para diminuir os caminhos que levam o jovem a criminalidade.
Abs..,
Paulo Cesar
