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Inferno ou Organização?

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Vale a pena dividir este texto com voces

Escrito por:

Elivete C.
Gerente de Apoio administrativo da SECRETARIA DE ESTADO DE FAZENDA DE MATO GROSSO
terça, 13 de novembro de 2007 - 05:19
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Ola amiga Elivete

A 'praga' se chama: Lucro

Demitem-se ótimos funcionários. A 'desculpa' o funcionário já esta velho e ultrapassado. - A verdade: a empresa quer funcionários novos para pagar praticamente um terço ou menos do funcionário demitido.

Por que a 'praga' se prolifera?? - O ótimo funcionário com ótima experiência foi demitido.

Abraços
Sergio, japinha

Escrito por:

Sergio Takashi .
proprietario - Tupã/SP da Lanchonete e Sorveteria
terça, 13 de novembro de 2007 - 18:27
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Olá amigos,
Infelizmente o artigo afixado pela Elivete, reflete uma realidade e que normalmente fica escondida, pois este ambiente ainda existe, apesar de estarmos pleno século XXI. Concordo também com a colocação dos demais amigos. Como eu já frisei em vários artigos anteriores, há a necessidade de se rever este tipo de líder, se assim o mesmo é classificado pela organização, mas que na verdade não possui as aptidões e qualificações necessárias para ocupar tal posição.
Como disse, há necessidade de uma boa parte de empresas e organizações,reverem conceitos, se atualizarem e terem a visão, refletirem e ao mesmo tempo transformarem essas verdadeiras desorganizações.
Um abraço a todos

Escrito por:

Elias A.
Assessor/Consultor da Autônomo
quarta, 14 de novembro de 2007 - 17:26
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Cara amiga Elivete,
Lendo este artigo de sua recomendação, podemos muitas vezes por experiência própria, ter uma visão de quanto precisamos caminhar para termos A EMPRESA DE NOSSOS SONHOS.
Precisamos conquistar nosso espaço, demonstrando e comprovando nossos potenciais.
Eu não poderia deixar de mencionar aqui um fato grave que ainda faz parte de nossa rotina/país:
a) A destruição completa de nossa bio diversidade através do desmatamento,
b) O emprego de mão-de-obra ESCRAVA e infanto-juvenil neste tipo de trabalho,
O que dizer então desses EMPRESÁRIOS?
c) O que dizer DAS supostas empresas MODELO no cambate a este tipo de abuso?
No meu ponto de vista, acredito que empresa MODELO, precisa também olhar para além de seus pátios e mobilizar seus potenciais e recursos para uma ação SOCIAL mais efetiva.
Há muito trabalho a fazer e poucas EMPRESAS/EMPRESÁRIOS à faze-lo.
Se não conseguem olhar para o próprio umbigo, o que dizer então para o umbigo de seus cooperadores???
Grande Abraço a vc!
Oliveira, WA

Escrito por:

Oliveira WA O.
Gerente Comercial da Grupomoneybr
sexta, 16 de novembro de 2007 - 01:06
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Eu nao poderia deixar de fazer uma observaçao: infelizmente até em Empresas consideradas modelo há gestores que preferem achar que isso é um assunto sem importancia,coisa normal e nao ha distinçao quanto a fofoca e informaçao.
Para mudar ao foco do assunto é só usar o que nossa amiga sugeriu: "Escuta: quem disseram ???" ou "Escuta, quem estão falando ???" , aí o tema passa a ser vc. Pois é....Experiência própria.

Escrito por:

Mariá de Melo d.
Advogada e pedagoga
sábado, 24 de novembro de 2007 - 14:58
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Me parece que isso acontece em todos os lugares, não só nas empresas. Parto do princípio que,primeiro, me afasto das fofocas e das contendas inúteis; aprendi que ninguém muda ninguém, apenas nós mudamos a nós mesmos. E, quando é preciso, "boiar"; não sei se vocês já tentaram, mas isso funciona. Outro ponto, todo"chefe", não líder, que é escolhido, respeitado, parece um sonho que só existe em pouquíssimos lugares. Mas todo "chefe" sabe quando o funcionário é bom e abusa se este deixar; tente "boiar", se você não tentou, experimente. Na meditação, isto teria outro nome, mas, na prática "boie". Um abraço. Maria Antônia.

Escrito por:

Maria Antônia B.
professora secundária
sábado, 24 de novembro de 2007 - 15:38
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Mais, ainda Elivete. Ouvi de um consultor; quando o "chefe" quer o amanhã p/ hoje, se você entrar na loucura dele, ele só pensará, naturalmente que você é burra e igual a todos os outros que se tentam seguir a "loucura" dele e, na primeira oportunidade será demitida, porque burro ele não é; sabe, perfeitamente, distinguir entre aquele que faz o que tem que ser feito e outro que entra na "loucura" dele.PS. E, se for louco, mesmo, um dia, será internado para o bem geral, é só os funcionários constituirem a "diferença".

Escrito por:

Maria Antônia B.
professora secundária
sábado, 24 de novembro de 2007 - 16:55
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