O Profissional dos Novos tempos precisa se adaptar para sobreviver.
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Atualizada em: Saturday, 24 November, 2007 - 02:20
Escrito por:
- Vanderlei G.
- Diretor Administrativo da VanderleiConsultoria Serviços Digitais
- segunda, 19 de novembro de 2007 - 17:56
Olá Vanderlei,
Ótima matéria! Sempre tenho em mente as evoluções dos últimos anos na relação entre empresas e colaboradores. E sempre me pergunto, a quem é efetivado o emprego, após um breve período de experiência:
Aquele que tem mais experiência?
Aquele que tem mais certificados?
Aquele que tem um Q.I. (Quem Indica)?
Aquele que melhor, faz seu marketing pessoal?
Aquele que adquire vivência no dia a dia e se adapta?
Sem a pretensão de ser um exemplo para os mais jovens, mesmo porque isso não é mais permitido pelas leis trabalhistas, eu comecei a trabalhar aos nove anos para o meu avô, vendendo leite nas ruas. A minha experiência com o trabalho foi assim, começou cedo.
Hoje, acho engraçado quando um jovem de 25 anos, teórico assumido, me diz que está com dificuldades para conseguir um emprego, considerando que sua pasta está repleta de diplomas.
Nós precisamos de muito estudo, evidentemente, mas as empresas, atualmente, procuram até mais do que experiência e diplomas.
É claro que não estou me referindo ao Q.I. ou Q.E. (Quem Escolhe).
As maiorias das empresas favorecem as indicações por uma questão confiança. Mas elas buscam essa confiança de outra forma, encaminhando o jovem profissional para fazer os serviços mais simples de um setor, como limpar o teclado ou entregar uma correspondência. Isto não é nenhuma atitude de desvalorização pessoal e sim de vivência, ou tempo necessário para estabelecer a confiança em um trabalho mais simples e assim abrir as portas para tarefas mais complicadas no futuro.
Continua...
Atualizada em: Tuesday, 20 November, 2007 - 22:26
Escrito por:
- José G.
- Gerente Administrativo da Microlins - Extrema
- terça, 20 de novembro de 2007 - 16:34
Em se tratando de marketing pessoal, percebo que muitos profissionais ainda acham que conseguem impressionar o rh de uma empresa oferecendo um bom currículo. Não é só isso.
O que as empresas querem é as suas habilidades, realizações, formação, credenciais, treinamento, experiência anterior, cargos ocupados, personalidade, imagem e atitude.
Acredito, caro Vanderlei, que o novo profissional precisa mesmo ser mais flexível e adaptar-se às mudanças, antecipando-as num esforço por conhecer as tendências em curso e a forma como isso irá influenciar o seu trabalho.
Apostar nas novas tecnologias, ainda que a carreira não seja diretamente afetada por elas, mas procurando estar sempre atento a inovações tecnológicas.
Como você disse, não temos como fugir disso.
Abraços,
José
Escrito por:
- José G.
- Gerente Administrativo da Microlins - Extrema
- quarta, 21 de novembro de 2007 - 09:09
Ola amigo Vanderlei
Jose Eu ganho de você (rs). Comecei a trabalhar mais cedo com o meu pai.
Vou fugir um pouquinho do tópico porque vou dar como exemplo o meu comercio que não exige tanto conhecimento e sim esforço em querer trabalhar e não esperar somente o salário do mês.
Sofri um acidente de moto e devido a isso estou impossibilitado de trabalhar ja fazem 90 dias. - Precisei contratar um funcionário para fazer entregas e ajudar nos serviços internos. Já estou com o terceiro funcionário nesse período. Motivo: saem para fazer entregas e desviam da rota para irem na casa da namorada, para conversar com um amigo, e......
Assim como existem ótimos funcionários exitem os maus funcionáros. - Os ótimos estão sempre empregados.
Abraços
Sergio, japinha
Escrito por:
- Sergio Takashi .
- proprietario - Tupã/SP da Lanchonete e Sorveteria
- quarta, 21 de novembro de 2007 - 12:10
André
Eu trabalho numa área que tem como função, encaminhar jovens alunos ao mercado de trabalho e valorizo muito aquele que consegue, ao mesmo tempo, conciliar trabalho e estudo, porque isso demonstra que ele se preocupa com o seu crescimento pessoal.
Não estou julgando sua atitude. Eu não sei quais foram os motivos que o levaram a ficar 10 anos fora do ensino acadêmico, mas vejo isso acontecendo o tempo todo a minha volta. O vestibular obriga a maior parte dos jovens a fazer opções para a vida inteira aos 17 anos, sem ele ter a menor noção do que é o mercado e onde estão as melhores oportunidades. Isso leva a desistência no meio do curso e desmotivação para voltar a sala de aula.
O fim não justifica os meios, mas no seu caso as oportunidades ainda são favoráveis. Segundo uma matéria na revista época deste mês, só no setor de tecnologia da informação, o Brasil tem 40 mil vagas que não consegue preencher, por falta de profissionais qualificados. Tudo indica que você é um profissional dos novos tempos.
José
Escrito por:
- José G.
- Gerente Administrativo da Microlins - Extrema
- quinta, 22 de novembro de 2007 - 09:40
Muitas pessoas me perguntam: Como sobreviver num cenário tão cheio de mudanças como esse? Respondo:
_Reinvente-se a cada dia e tenha muita criatividade, dinamismo, perseverança e trabalhe duro. Só assim você será notado pelos seus Clientes, que na verdade são as pessoas que estão em sua volta. Conquiste primeiro essas pessoas e depois. É só alegria! Muito $uce$$o!!!
Escrito por:
- Vanderlei G.
- Diretor Administrativo da VanderleiConsultoria Serviços Digitais
- sábado, 24 de novembro de 2007 - 23:50
Olá amigos.
As mudanças são frequentemente recebidas de maneira esquiva, ou seja, todos tem medo de mudanças.
Esse medo de mudar só enfraquece o nosso desejo de crescer.
É preciso acreditar que é através das mudanças que nos evoluímos. É preciso mudar e acreditar que nós somos capazes de vencer qualquer obstáculo que aparecer em nossas vidas.
Abraços!!!!!!!!!
Ótima matéria Vanderlei !
