Conversor por mil reais? Fala sério...
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Sinceramente, acho que este preço não pode se sustentar até o lançamento. É muito caro a proposta da Semp Toshiba dos conversores. Se for para ser desse jeito, vou apelar para Piratão.
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Escrito por:
- Diogo H.
- Coordenador de Multimídia da ACERP / TV Educativa
- quarta, 21 de novembro de 2007 - 09:36
Diogo,
O Brasil escolheu o melhor para a tv digital, o melhor requer processadores mais robustos, mais memória e etc. Seu receptor digital é praticamente um mini-computador. Acredite! "Piratão?" Excelente exemplo! Ainda mais pra um Coordenador da TV Educativa... mas é isso ai negão tomara que pirateiem tudo ... inclusive seus programas que forem futuramente transmitidos... Legalize! Youtube neles!
Saudações Gerson.
Escrito por:
- Gerson N.
- Engenheiro em computação
- segunda, 26 de novembro de 2007 - 20:34
Gerson, o que são 'piratas'? São pessoas que, pelo uso da força ou da ilegalidade, subtraem os valores dos próximos? Acredite, a posição da Semp Toshiba e de todos os outros com conversores a, no mínimo, R$900,00 é aviltante. Eles não investiram em pesquisa e importaram os conversores antes do Ginga estar pronto [se deram mal]. É um acinte contra a população brasileira este preço. A Linear fez direitinho e, na realidade, o projeto GINGA é Open Source para sua informação. Porém, esses são corsários para seus olhos. Fazem o que lhe são de direito. Tudo bem brancão, tomara que lucrem bastante. Quanto aos direitos, sinceramente, meu pensamento é o da Creative Commons, com copyleft, com respeito à fonte. Eu quero mais é que todos tenham acesso ao conteúdo da TVE Brasil e da futura ECB. Que todos possam assistir, a qualquer hora, de qualquer lugar e sem pagar nada. Essa é a realidade que eu trabalho. A internet é pública, mas o acesso não e eu não quero trabalhar com a perspectiva de apenas 1/3 da população brasileira. Quero ir além.
Escrito por:
- Diogo H.
- Coordenador de Multimídia da ACERP / TV Educativa
- terça, 27 de novembro de 2007 - 11:19
Sim, ginga é opensource ...conheço bem o projeto. Os processadores, memórias e programas feitos para interpretar as linguagens descritas pelo projeto não são gratuitas, convenhamos, hardware + software embarcado tem preço.
A iniciativa privada que está gerando casos de teste para fazer com que um STB seja "GINGA compliance" para que ele ganhe um adesivo para demonstrar que suportará interatividade.
Essa certificação dos produtos se fará necessária assim como foi feito na Europa no DVB, devido ao grande número de classes "importadas" do MHP, mas mesmo não satisfeitos ainda inventaram o GINGA-NCL, ou seja, mais coisas a serem suportadas.
Nem a norma brasileira ABNT ainda tem uma versão final para o GINGA. Está sendo criada... provavelmente termine meio do ano que vem ... mas o presidente quer TV Digital funcionando né ...interatividade? Ahhh isso que fique pro ano que vem ... compre quem tiver coragem!
Acredito que os preços baixem, acredito que a popularidade aumente, acredito que existirão várias marcas de STB, inclusive aquelas, nossas amigas "CHING LING" ... mas assim quanto + concorrentes melhor ... mais barato fica tudo :D
A única coisa desmotivante é saber que a TV Digital tem 4 - 5s de atraso em relação a analógica normal ou seja em Radio AM você já sabe que é gol e no digital ainda tem que esperar quase uma dezena de segundos ... Percebi isso após ter visto jogo do Brasil x Uruguai no Digital da globo com narração do Galvão Bueno.
É amigo ... bola pra frente... ainda chegaremos em 2016 quando não teremos mais os transmissores analógicos :D
O padrão brasileiro vai ter uma coisa que os japoneses nunca vão ter ...
GINGA! hehehe
Viva a digitalização!
Abraços Gerson.
Atualizada em: Wednesday, 28 November, 2007 - 03:54
Escrito por:
- Gerson N.
- Engenheiro em computação
- quarta, 28 de novembro de 2007 - 03:50
A nossa ginga é justamente a conversa do NCL com o Java [devo ressaltar que o NCL é resultado de 15 anos de estudos da PUC-RJ]. Os japoneses já abriram o olho para a nossa interatividade multiusuário e ninguém fala nisso. Muito porque alguns de nós, além dos japoneses, apostaram o contrário, de que esse recurso para multiusários fosse besteira. Não foi e é realidade.
Há também a guerra entre as telecoms e as broadcasters. Portanto, interatividade com mobiles dependerá de negociações. Há muito chão ainda, mas o interessante é que nosso modelo é melhor do que qualquer um no mundo.
Em relação ao teste e delay do áudio, vou esperar como será agora, porque, naquela época, o teste foi efetuado pela Rede Globo apenas, com o equipamento dela. Quem sabe não teremos surpresa?
Escrito por:
- Diogo H.
- Coordenador de Multimídia da ACERP / TV Educativa
- quarta, 28 de novembro de 2007 - 08:57
