Você está em: Comunidades / Selma Flávio - Terapeuta Naturalista Palestrante /

Cara Selma,
O tema é bom. Já tratei dele ao falar sobre qualidade de vida no trabalho. Usei até essa frase de Shakspeare.
Sabe o que é acordar e pôr o pé no chão pensando no clima de ressentimento que vai encontar no trabalho?
Mas aqui podemos fazer um exercício doméstico, uma lição de casa... Será que temos ressentimentos nessas comunidades Via6?
Abraços,

Walter
Atualizada em: Friday, 07 December, 2007 - 11:42

Escrito por:

Walter M.
Editor da Datanorte
sexta, 07 de dezembro de 2007 - 11:42
responder tópico

Cara Selma e grupo:
Mataste com a frase "Guardar ressentimento é como tomar veneno e esperar que a outra pessoa morra." (William Shakespeare).

Acredito sim Walter que todos nós, em determinados momentos ficamos ressentidos e, como diz a Silvia, não são sentimentos fáceis de se trabalhar.
Contudo, podemos reduzir gradativamente a incidência desse sentimento, aumentando a consciência de si mesmo, através de um maior conhecimento de si.
Quanto mais nos conhecemos mais poder acumulamos, também em dominar este sentimento.
Por isso, diga-me onde queres chegar que te direi o quanto deves mudar. Se isto está claro, então fica mais fácil entender a nós próprios e os outros.

Essencialmente somos um ser espirital que ocupa um espaço físico e que as emoções, juntamente com o sistema racional fazem parte da matéria e como matéria isto vamos perder quando morremos.
Como seres espirituais, precisamos sempre estar nos orientando ao sentido espiritual. Quanto mais fazemos isto, mais domínio teremos de nós, pais tolerância teremos em lidar com pessoas que são dominados por sentimentos e pensamentos baixos, fugazes, passageiros.
Temos a possibilidade de sermos Deus ou diabos: se alimentamos o cão raivoso que está dentro de nós... o cão sera cada vez mais forte. Se alimentarmos a bondade, o amor... o cão raivoso vai ficando cada vez mais fraco.
Assim estou procurando lidar com este sentimento dentro de mim.

Abraços

Geime

Escrito por:

Geime R.
Presidente da www.organismica.com.br
sexta, 07 de dezembro de 2007 - 14:11
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"Você quer ser feliz por um instante? Vingue-se. Você quer ser feliz para sempre? Perdoe." (Tertuliano)

Abraços
Sergio, japinha

Escrito por:

Sergio Takashi .
proprietario - Tupã/SP da Lanchonete e Sorveteria
sexta, 07 de dezembro de 2007 - 20:10
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Prezada Selma, confirmo o que vc diz.
Estou presenciando o ressentimento que uma pessoa tem por amiga que ela teve. Olha, infelizmente, a pessoa que se sentiu ofendida está pior que a pessoa que a ofendeu. Pior, está remoendo dentro de si o mal que ela recebeu de sua amiga. Não sabe lidar com este problema.
Ressentimento é como carregar abacaxi podres para todos os lugares. Onde vc estiver, lá estára os abacaxis podres. É preciso muita força de vontade e muito amor de Deus e do próximo para destruir o ressentimento.

Gostei da matéria. Ela nos faz refletir. A palavra certa para acabar com o ressentimento: PERDÃO. PERDÃO........SEMPRE PERDÃO.

Escrito por:

silviano R.
pedagogo
domingo, 09 de dezembro de 2007 - 20:08
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Prezada Selma, confirmo o que vc diz.
Estou presenciando o ressentimento que uma pessoa tem por amiga que ela teve. Olha, infelizmente, a pessoa que se sentiu ofendida está pior que a pessoa que a ofendeu. Pior, está remoendo dentro de si o mal que ela recebeu de sua amiga. Não sabe lidar com este problema.
Ressentimento é como carregar abacaxi podres para todos os lugares. Onde vc estiver, lá estára os abacaxis podres. É preciso muita força de vontade e muito amor de Deus e do próximo para destruir o ressentimento.

Gostei da matéria. Ela nos faz refletir. A palavra certa para acabar com o ressentimento: PERDÃO. PERDÃO........SEMPRE PERDÃO.

Escrito por:

silviano R.
pedagogo
domingo, 09 de dezembro de 2007 - 20:08
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Selma, mais uma vez tuas colocações são dignas de destaque aqui no Via6...

Para tudo, nesta vida, existe um remédio e o indicado ao caso é, realmente, o "Perdão", mas, cá entre nós, em determinados momentos, como é difícil sua ingestão...

Sinceramente, é nestas horas que vejo como ainda sou pequeno diante do Mestre de Todos os Mestres!

Um forte e fraterno abraço à todos!

Escrito por:

max b.
consultor
domingo, 09 de dezembro de 2007 - 23:20
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Selma
Na vida este sentimento não compensa, infelizmente ele está por vezes presente em muitos de nós.
Eu acho que a idade e experiencia da vida vai atenuando estes efeitos, quando se é mais novo as contrariedades contam mais.
É um sentimento que devemos evitar ao máximo não trás nada de bom.
Abraços

Escrito por:

Eurico C.
Administrador da Bindcity
segunda, 10 de dezembro de 2007 - 12:42
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Olá à todos! estou trabalhando com o tema em questão recentemente e após diversas leituras e discussões percebo que o perdão se torna mais difícil quanto mais nosso foco está na pessoa e/ou situação.
Comparo o perdão com uma promissória. Vamos imaginar que temos um relacionamento com alguém (profissional,conjugal, etc.), a cada atitude nossa para com essa pessoa implica sem percebermos, em uma promissória no qual acreditamos que deve ser paga pela pessoa a quem nos comportamos, só que detalhe: a pessoa não sabe da existência dessa promissória, então vamos passando tempos e tempos acumulando promissórias e aguardando o momento de recebermos.E quando surge uma situação que achamos que ela ou elas serão pagas...e isso não acontece...ficamos angustiados, com a sensação de vazio, nos colocamos como vítimas pois a pessoa deveria ter pago a(s) promissória(s) e ela não o fez. Acabamos desenvolvendo o rancor por não conseguir perdoar tantas promissórias não pagas...Essas promissórias representam nossas expectativas com relação a pessoa e/ou situação. Vamos criando, desenvolvendo, alimentando expectativas com base em nossa história de vida, mas a pessoa a quem depositamos todas essas expectativas não sabe disso, na verdade nem nós percebemos esse processo acontecer, apenas sentimos suas consequências.Mas se pararmos para pensar, quem realmente devemos perdoar? a pessoa por não ter correspondido de alguma maneira as nossas expectativas (por não saber que essas existissem, ou por não ter condições, não poder, corresponder) ou a nós mesmos por alimentarmos tantas expectativas e criarmos tantas promissórias, depositando no outro algo nosso. Penso que o perdão envolve auto-conhecimento acima de tudo, pois essas expectativas são criadas e alimentadas por nós, mas acabamos "cobrando" do outro. Assim o trabalho precisa focar o sujeito que sofre, sua história de vida em que desenvolveram suas percepções, crenças sobre si, o mundo e o futuro.
Abraço à todos

Escrito por:

TICIANA T.
Psicóloga Organizacional
quarta, 12 de dezembro de 2007 - 08:44
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Olá, Noeliza,
Interessante isso que você falou sobre misturarmos tristeza com raiva. Acho que andei bebendo dessa mistura há poucos dias é profundamente dolorido. Sentia exatamente essa congestão no peito, muita dor na região do timo e não conseguia chorar. Comecei a tomar florais e homeopatia, mas junto com as lágrimas veio uma explosão de raiva. Penso que em todos os desentendimentos somos vítimas e algozes do outro e de nós mesmos, então a outra pessoa também se sentiu ferida e ficamos na mesma sintonia de acusações e ofensas. Já estou melhor, mas quando falo no assunto, como agora, ainda sinto dores no peito e muita tristeza. Realmente raiva e tristeza andam próximas, mas de nada alivia explodir de raiva. E se temos consciência, se buscamos ser melhores do que isso, o ressentimento com o outro vai e uma profunda tristeza de auto-decepção toma conta por termos nos deixado envenenar pela raiva. Sinto-me vencida, não pelo outro, mas pelo meu próprio veneno.

Escrito por:

Esther .
Revisora de Textos/Profa. PLE
sexta, 14 de dezembro de 2007 - 19:31
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Olá Selma,
tema muito interessante e necessário.
Há sempre uma mágoa ou um ressentimento por trás das nossas queixas.
Devemos nos perdoar pelo tempo gasto prestando atenção ao que nos faz mal.
Perdoe sempre, se não puder perdoar, ao menos não fique memorizando a dor que alguém te causou. A dor fica com quem pensa nela ...
Abraços
Ma Jivan Prabhuta
Atualizada em: Tuesday, 25 December, 2007 - 08:42

Escrito por:

Ma Jivan P.
Consultora metafísica/terap...
terça, 25 de dezembro de 2007 - 08:41
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