SERÁ O CONCRETO REALMENTE CONCRETO?
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Olá.
Pelo que entendi, a discussão que o texto aponta não é bem sobre a "concretude" propriamente, mas sobre o problema de não se enxergar o trabalho educacional a partir de uma ótica científica, tal como ocorre em outras áreas.
É uma discussão interessante porque, de fato, poucos são os docentes que compreendem seu ofício como um conjunto de práticas e teorias científicas, lembrando que a educação escolar deve partir de pressupostos multidisciplinares.
Nós, professores, não podemos entrar numa sala de aula sem conhecimentos prévios de diferentes ciências que concorrem para que a aprendizagem seja viabilizada. Penso que grande parte desta problemática está na própria academia, onde muitos mestres e doutores, apesar do muito saber que acumulam, não tomam para si os pressupostos básicos para o desenvolvimento de uma aula eficiente/eficaz, sob o ponto de vista do alcance da aprendizagem dos próprios graduandos.
Acho interessante que a postagem tenha partido exatamente de uma graduanda. É um sinal de que nem tudo está perdido.
Seria legal ter a colaboração de outros professores e demais especialistas falando um pouco sobre esse assunto.
Abraços,
Tereza
Escrito por:
- Tereza C.
- Pedagoga / Psicopedagoga
- domingo, 11 de maio de 2008 - 20:11
Eu estou no 3 semestre de Licenciatura em Pedagogia, pelo que entendi do texto, devemos ter objetivos concretos em nossas aulas na Ed.Infantil. É preciso levar à criança ao raciocínio lógico, fazer com que eles abusem do próprio raciocínio através de jogos, ilusões ou desafios.
Segundo Piaget a criança só é capaz de realizar esta operação quando se encontra no estádio de desenvolvimento denominado operatório concreto.
