Dei pra me emocionar...
Dedico este texto a todos os queridos amigos que fiz aqui no Via6. E aos que ainda virão.
Abraços.
Escrito por:
- Esther .
- Revisora de Textos/Profa. PLE
- sábado, 23 de fevereiro de 2008 - 21:56
Muito bom o texto. Trata-se também de minha visão a respeito de AMIZADE.
Esta parte do texto é belíssima:
" Se são amigos mesmo, não precisam nem falar, podem caminhar lado a lado em silêncio. Não é preciso troca de elogios constantes de carinho, podem dizer verdades duras, às vezes elas são necessárias. Mas há sempre algo sublime no ar entre dois amigos de verdade. Talvez respeito seja a palavra. Afeto, certamente. Cumplicidade? Mais do que cumplicidade. Sintonia?"
abs.
Escrito por:
- Vítor Alberto K.
- Consultor-adjunto da TRENDS Consultoria Empresarial Ltda
- sábado, 23 de fevereiro de 2008 - 22:22
Ola, amigas e amigos.
Amiga Esther. Agradeço a sua colaboração no espaço aberto com esse excelente texto.
Meu amigo é assim: não me da um aperto de mão, não me da um abraço, não me da um beijo. Deixa-me sentir.
Meu amigo tem coragem de falar, eu te amo.
Meu amigo tem tempo de me ouvir com paciência.
Meu amigo aconselha com sabedoria e com palavras que o coração sentiu.
Meu amigo guarda com ele todos os meus sentimentos.
Meu amigo é você: EU TE AMO. - (japinha)
Abraços
Sergio, japinha
Atualizada em: Saturday, 23 February, 2008 - 23:28
Escrito por:
- Sergio Takashi .
- proprietario - Tupã/SP da Lanchonete e Sorveteria
- sábado, 23 de fevereiro de 2008 - 22:29
Ai, que lindo, Japinha. Amei!
Parabéns!!!!
Vitor,
Acredito, também, que com um amigo a gente consegue compartilhar o silêncio. A sintonia permite o entendimento sem palavras. O afeto não depende de explicações, mas dessa sintonia, que gera compreensão, tolerância e cumplicidade.
Abraços, queridos.
Escrito por:
- Esther .
- Revisora de Textos/Profa. PLE
- sábado, 23 de fevereiro de 2008 - 22:39
Querida Esther!! vc é muito linda !!!!
Deus abençõe sua sensibilidade, pois faz diferença na vida das pessoas.
Bjs
Escrito por:
- Julio C.
- Palestrante profissional da Arte em ação
- domingo, 24 de fevereiro de 2008 - 11:35
Queridos,
Que bom ter amigos como vocês, com sensibilidade para valorizar a amizade.
Julio,
Você anda meio sumido? Legal ter aparecido, você também faz diferença. Espero que esteja bem.
Abraços.
Escrito por:
- Esther .
- Revisora de Textos/Profa. PLE
- domingo, 24 de fevereiro de 2008 - 13:08
Olá Esther,
Olhando o movimento da minha rede de contatos vi que Sérgio e Rosemar tinham deixado depoimentos aqui e como sei do bom gosto dos dois,quis ver do que se tratava o debate e me deparei com este texto simplesmente maravilhoso.Obrigada por acrescentar algo de bom no nosso domingo.
Por nada, Rose. Vou adicioná-la com contato, para estreitarmos o laço de amizade, já que foi esse o tema que fez com que nos encontrássemos por aqui.
Tenha um lindo domingo e uma ótima semana.
Escrito por:
- Esther .
- Revisora de Textos/Profa. PLE
- domingo, 24 de fevereiro de 2008 - 16:05
Ola, amigas e amigos.
Diz um ditado rebelde.
Eu não pedi para nascer.
Eu não pedi para nascer nessa família.
Concordo, desde que você assuma o seu destino de não ter uma família para lhe auxiliar nas dores e nas alegrias. Quando for procurar seus amigos vai descobrir que não fez amigos. Chegou a hora de pedir perdão; tenha coragem. (japinha)
Abraços
Sergio, japinha
Escrito por:
- Sergio Takashi .
- proprietario - Tupã/SP da Lanchonete e Sorveteria
- domingo, 24 de fevereiro de 2008 - 17:44
Sérgio,
Há muito tempo, na adolescência, eu me sentia estranha na família, e não percebia que isso era uma rebeldia minha, tentando afirmar minha personalidade.
Fui amadurecendo e vendo que eu era mesmo ímpar, como todos, e que não deveria esperar ser compreendida para amar, pois estaria devolvendo com a mesma incompreensão. Percebi, também, que mesmo sem me compreender me amavam, e isso é que é família!
Fui cuidar da minha vida, já fora do núcleo familiar e sozinha na grande metrópole. Novamente bateu essa sensação de ET e fiquei muito tempo, mas muito mesmo, lutando para ser compreendida e aceita, justificando atitudes, implorando amizades que me desprezavam...
Demorei , mas acabei percebendo que com essa atitude o primeiro ser que me desprezava era eu.
Hoje tenho amigos lindos, que me acham uma chata, às vezes, mas me amam mesmo assim. E a recíproca é verdadeira.
E o melhor é que eu mesma passei a me amar assim, tão chatinha... rs. Já não sinto tanta necessidade de aprovação.
Por essas e outras é que eu amo meus quarenta anos, bem mais felizes que os meus dezoito.
É como se, de repente, eu tivesse me encaixado em mim! Agora sou minha melhor amiga e só me servem como amigos os que me amam como sou, um ser falho e em busca contínua de evolução.
Abraços.
Atualizada em: Sunday, 24 February, 2008 - 18:58
Escrito por:
- Esther .
- Revisora de Textos/Profa. PLE
- domingo, 24 de fevereiro de 2008 - 17:59
