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Administração de Crises

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germkt,

Bom dia, Flávia

Faço minha a sua pergunta.

Uma solução dita pelos entendidos é que devemos fazer com que entre o dindin, portanto criar mecanismos para venda à vista o que também não é fácil no mercado atual.

Devemos lembrar que quando faturamos já foi gerado anteriormente a nossa compra e a venda bem depois, assim o que compramos vencerá muito antes de recebermos e não é fácil administrar finanças em tempos de crise.

Espero a dica dos entendidos. E aí Diego, qual é a sua opinião do assunto?

Um abraço

Marly Garcia

Escrito por:

Marly de J.
Adm
quarta, 24 de maio de 2006 - 09:00
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Flavia, boa noite!
Em Administração, usamos uma ferramenta chamada de Capital de Giro! Existem linhas de credito disposivel em Banco, para sanar tal dificuldade.
Se precisar tenho modelos de Business Plan que facilitam colocar o teoria na pratica!

Se precisar de ajuda estou a disposição!

Marcos Alves

Escrito por:

Marcos A.
Gerente de Mercado - MAC da Correias Mercurio S/A - Industria e Comercio
quarta, 24 de maio de 2006 - 18:36
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Ola Flavia,

Complementando o que o colega mencionou:

Pode se calcular a necessidade de capital de giro liquido com base nas projeções do fluxo de caixa num período de um ano.

Quando o capital de giro é negativo, é necessário antes identificar as causas através da análise de cada conta do fluxo de caixa, tentando eliminar ou reduzir a necessidade de cobertura, através de capital de terceiros.

"O regime de caixa é a base de tomada de decisão do administrador financeiro."

Em outras palavras, não recorra a capital de terceiros sem antes ter identificado as causas e estabelecido contra medidas (plano de ação), do contrário o endividamento apenas aumentará.

Editada em: quinta, 25 maio, 2006 - 11:21

Escrito por:

Sandro d.
Gerente de Importação da Force Line Ind e Com Comp Elet Ltda
quinta, 25 de maio de 2006 - 11:14
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Bom dia Gente, tudo bem?

O problema não está em dever e sim como se administra este débito. O Relacionamento evita inúmeros problemas e a franqueza tranquiliza as pessoas.
Que bom seria se pudéssemos aprender a administrar nossa empresa, sem receber os "solavancos" do mercado atual, que muda a cada semana ou dia. Ser empresário no Brasil realmente é um esporte radical rs.
A regra é bem simples... Just in time (comprar somente o que a demanda pede); 5 S (na vida pessoal e profissional, afim de adiministrar a empresa, os sonhos e o tempo); e uma boa dose de Kanbam (de olho nas necessidades e prevendo gastos a curto médio e longo prazo).
Mas se existem débitos, procure ser franca com os credores e parcele se for o caso, se esconder só aumentará a ira deles.

Bom esta é minha opinião :) , meu MSN é o eliassantana@eliassantana.com.br e o meu site www.eliassantana.com.br ... um forte abraço, fiquem com Deus e até mais!

Escrito por:

Elias José S.
Gerente Operacional e Contas da HEALTH CONSULTING LTDA
segunda, 29 de maio de 2006 - 08:28
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Concordo com as dicas dos colegas e ainda digo que não devemos nos contentar com um faturamento inerte, uma vez que os débitos crescem em uma progressão geometrica.
O mercado exige a prática do empreendedorismo contínuo, entendendo-se que "ser empreendedor" não é apenas abrir um negócio... e sim conquistar cada vez mais clientes e mantê-los.


Uma negociação amigável e sincera com os credores aliado à busca de um crescimento através do auto desenvolvimento seria uma estratégia válida.

Lembrando que não pode haver o comprometimento do capital da empresa, já que o mesmo já está comprometido com os credores, então cabe à direção da empresa buscar uma maneira criativa de aumentar seu faturamento sem diminuir o caixa, podendo, assim , honrar com seus compromissos, quitando-os o mais breve.

Sendo feita a análise das obrigações, destaca-se as prioridades, devendo haver um estudo do que já existe de estratégia e o que deve ser feito, traçando novas estratégias, sendo simples, objetivas e de curto prazo.

Escrito por:

Gilton A. P.
Analista de Mídias Sociais da CMB - Câmara Municipal de Belém
sexta, 13 de julho de 2007 - 18:15
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Ol@ colegas,

Acredito também que a redução de custos contribuiria muito para o assunto em questão, pois na empresa que trabalho a alguns tempos atrás passamos por muita dificuldades parecidas, no qual foi criada a área de controladoria, e depois da criação dessa área, tudo está voltando ao normal aos poucos, pois uma boa administração é o essencial para que uma empresa sobreviva, e isso não depende apenas dos diretores, presidentes das empresas, mas também de cada funcionário que nela trabalha...


Atualizada em: quinta, 19 julho, 2007 - 13:45

Escrito por:

Rubens C.
Contábeis
quarta, 18 de julho de 2007 - 15:15
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Não existe solução magica, o nescessário frente a crise financeira é identificar os focus do problema (onde começou, porque chegou ao ponto), sem essa identificação as soluções serão inocuas. Uma vez identificado, ai sim, deve-se fazer um fluxo de caixa, onde será identificado a necessidade de capital de giro. Recuperação Financeira não deve se fazer as pressas... atitudes precipitadas abrandão o fogo momentaniamente, mas alimentão o incendio futuro.
Obs. Normalmente o alargamento do prazo de pagamento junto aos fornecedores é a maneira menos oneroza de busca de capital. Como outros amigos já disseram acima, a empresa deve desenvolver planos de ação na busca de redução de custos, obvio, de maneira a não prejudicar a qualidade do produto/serviço da empresa em questão.

Escrito por:

João P.
Proprietário da Táparo Consultoria Contábil
sexta, 20 de julho de 2007 - 10:52
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Pessoal, acredito que todos os comentários são corretos para a analise do problema; mas penso que devemos fazer uma analise mais critica em toda a estrutura da empresa: "conhecer os custos" e verificar se o preço de venda está compativel com a concorrencia. Só após uma minuciosa analise é que poderemos detectar onde estão os problemas da empresa. Não é só de volume de vendas e volume de capital de giro que sobrevive uma empresa. Em alguns casos a empresa dobra o faturamento e dobra o prejuizo. Temos que analisar profundamente a questão que é complicada.
Guerrero

Escrito por:

José Guerrero G.
Gerente Custos e Orçamentos
sexta, 20 de julho de 2007 - 20:11
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Flávia,
todas as dicas e instruções que nossos colegas falaram estão corretas e de algum modo vão lhe ajudar a olhar criteriosamente o contexto atual da sua empresa e diagnosticar os males que a afligem. Quero lhe lembrar que em finanças as variaveis "tempo" e "custo do dinheiro" (taxa de oportunidade) deve ser sempre favoravel aos seus ativos/direitos em relação aos seus passivos/deveres. Parta sempre desta premissa na hora de Vc implementar um plano de reestruturação (não sei porque não gosto deste termo!), digamos salvamento, e Vc terá grande chance de sucesso.
Mãos-a-obra.
Um abraço.
Jorge Lage

Escrito por:

Jorge Lage C.
Diretor Financeiro da SOCINAL S.A Crédito Financiamento e Investimento
segunda, 23 de julho de 2007 - 12:20
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Pessoal,

Todas as dicas aqui são extremamente válidas. Em resumo, é a administração do ciclo operacional da empresa, que engloba os ciclos econômico e financeiro. Para ilustrar, segue um pequeno esquema:
http://www.slideshare.net/maickw/ciclo-econmico-financeiro-e-operacional

Escrito por:

Maick William O.
Mestrando da FGV-EAESP
quarta, 12 de maio de 2010 - 20:09
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