COLABORADORES DESMOTIVADOS OU DEPRIMIDOS?
- Tags:
- recursoshumanos,
- redesolidaria
Este texto retrata uma realidade triste que necessita ser modificada mas, infelizmente muitas vezes os profissionais de recursos humanos são brecados pelos recursos desumanos das organizações...
Escrito por:
- Maria Tereza .
- Coach da Buffet de Idéias
- sexta, 14 de março de 2008 - 22:19
Oi Tereza,
Concordo com vc. Embora as empresas se digam preocupadas com o ambiente de trabalho, afinal, um ambiente "doente" desmotiva seus funcionários ocasionando perda nos lucros...mas, geralmente não é o que ocorre. As pressões para os lucros falam mais alto que tudo. A humanização no ambiente de trabalho ainda é raridade nas empresas.Afinal, como um ambiente de trabalho pode ser totalmente sadio se há uma competição acirrada entre colegas, liderança, empresas?
Na revista Época Negócios deste mês, num artigo intitulado " Inspiração" ,do psicólogo americanos Jerome Wakefield, há trechos interessantes onde ele diz que " num mundo que valoriza a eficiência, há pouco espaço para o sofrimento e p/ a dor".
E num outro trecho onde diz que " estamos obrigando as pessoas a ter estilos de vida não compatíveis com a natureza humana pq o tabalho ganhou um status tão importante em nossas vidas que é difícil encontrarmos o equilíbrio ou sentimento de contentamento e sentido em td o que fazemos".
Concordo plenamente. Costumo dizer que evoluímos tanto que há de chegar o momento da "involução" para podermos perceber o que fizemos com nós mesmos.
abraços
Roseli
Escrito por:
- Roseli T.
- Psicóloga Organizacional
- sábado, 15 de março de 2008 - 20:16
Sim, concordo com todos, enfatizo entretanto que muitas vezes não nos concedem tempo suficiente para realizarmos mudanças desta natureza...
Escrito por:
- Maria Tereza .
- Coach da Buffet de Idéias
- sábado, 15 de março de 2008 - 21:11
Boa Noite a todos.
Parabéns pela escolha do artigo Maria Tereza.
A mudança necessária e planejada sofre alterações e oposições por conta das variáveis, na maioria das vezes alterando o plano inicial.
Imagina conduzir mudanças onde cotidianamente ocorrem simultanêas alterações no sistema, nas operações, nas opniões .
As principais e mais dificeis mudanças estão ocorrendo na cabeça de cada profissional que muitas vezes perde o rumo e direção segura.
Maria Tereza, é justamente o tempo, o ajuste que todos gostariam de ter maior, para poder se customizar com as evoluções, porém as ações hoje tem que acompanhar e adaptar-se as necessidade de novos resultados no decorrer de sua execução.
Toda esta fase evolutiva baseada nas ações e resultados imediatos, fazem todos viverem sob pressão contínua, da direção até a insegurança da "Dona Maria do cafezinho" que teme ser substituida por uma moderna " cafeteira".
Conclusão : o índice maior de somatização, transtornos que até mesmo "ele" tem nome diferenciado e na mídia: %CSíndrome de Bournout%D.
Beijusss & Abraçusss
Elisabete Bukascki
Por isso estou fazendo palestras para alertar as pessoas hoje vivo sem dois braços.
www.amputadosvencedores.com.br
A %CSíndrome de Bournout%D 'deve ser acompanhada por especilistas de equipes multiprofissionais e já existe uma especialidade médica chamada medicina comportamental que contribui muito para atuar efetivamente contra esta síndrome.
M.Tereza Yoshino
Escrito por:
- Maria Tereza .
- Coach da Buffet de Idéias
- domingo, 16 de março de 2008 - 09:17
Olá Maria Tereza,
Achei iteressante esse tema, porem recentemente eu lí um artigo interessante e que vale a pena repassar:
Upgrade de executivos e empresas
Escrita por: Antonio Carminhato
Ele diz: Eu não deveria ter ficado chocado ao ler um artigo numa influente revista de negócios da semana passada, onde uma empresa constatou o alto nível de streá, nervosismo e baixo astral na grande maioria de seus funcionários.
Eu também não deveria ter ficado chocado ao saber que uma das medidas, entre outras, foi a distribuição inclusive para o presidente da empresa, de bolinhas esponjosas para os funcionários apertarem durante os momentos de tensão.
Não podemos opinar sobre o projeto específico, pois desconhecemos os efeitos e a eficiência ao longo prazo do aperto da bolinha e principalmente porque desconhecemos as ´outras medidas´ aplicadas.
Sem ironia e com muita franqueza, está longe de nós subestimarmos a qualificação, competência e boa vontade dos profissionais envolvidos neste projeto. Registrada a importante ressalva acima, vou expressar a minha opinião sobre o aáunto dentro de um contexto geral no universo corporativo.
Acho que se fizermos a mesma pesquisa em outras empresas os resultados não serão substancialmente diferentes, ou seja, de 70 a 90% dos funcionários admitem estar estressados, deprimidos ou desmotivados. Esta praga, popularmente denominada de streá, atinge a qualquer um, apenas muda a tonalidade dependendo da empresa e da natureza de cada ser humano, digo funcionário.
Nenhuma empresa deveria ignorá-la, pois se não for fatal, pode provocar sérios danos, dependendo do momento do ciclo de vida da empresa.
Estressados ou deprimidos são apenas dois lados de uma mesma moeda, o equilíbrio (ou desequilíbrio), mente e corpo que no fundo reflete a qualidade de vida do Ser humano. O quadro abaixo mostra os sete resultados prováíveis a partir de um diagnóstico:
segue abaixo:
Olá Maria Tereza,
Achei interessante esse tema, porem recentemente eu lí um artigo interessante e que vale a pena repassar:
Upgrade de executivos e empresas
Escrita por: Antonio Carminhato
Ele diz: Eu não deveria ter ficado chocado ao ler um artigo numa influente revista de negócios da semana passada, onde uma empresa constatou o alto nível de streá, nervosismo e baixo astral na grande maioria de seus funcionários.
Eu também não deveria ter ficado chocado ao saber que uma das medidas, entre outras, foi a distribuição inclusive para o presidente da empresa, de bolinhas esponjosas para os funcionários apertarem durante os momentos de tensão.
Não podemos opinar sobre o projeto específico, pois desconhecemos os efeitos e a eficiência ao longo prazo do aperto da bolinha e principalmente porque desconhecemos as ´outras medidas´ aplicadas.
Sem ironia e com muita franqueza, está longe de nós subestimarmos a qualificação, competência e boa vontade dos profissionais envolvidos neste projeto. Registrada a importante ressalva acima, vou expressar a minha opinião sobre o aáunto dentro de um contexto geral no universo corporativo.
Acho que se fizermos a mesma pesquisa em outras empresas os resultados não serão substancialmente diferentes, ou seja, de 70 a 90% dos funcionários admitem estar estressados, deprimidos ou desmotivados. Esta praga, popularmente denominada de streá, atinge a qualquer um, apenas muda a tonalidade dependendo da empresa e da natureza de cada ser humano, digo funcionário.
Nenhuma empresa deveria ignorá-la, pois se não for fatal, pode provocar sérios danos, dependendo do momento do ciclo de vida da empresa.
Estressados ou deprimidos são apenas dois lados de uma mesma moeda, o equilíbrio (ou desequilíbrio), mente e corpo que no fundo reflete a qualidade de vida do Ser humano. O quadro abaixo mostra os sete resultados prováíveis a partir de um diagnóstico:
segue abaixo:
Configuração´ Classificação
Pentium IV Extraordinário
Pentium III Excelente
Pentium II Bom
Pentium I Regular
Pentium Razoável
486 Ruim
386 Muito Ruim
Os extremos mais evidentes são identificáveis com facilidade, pois vejamos:
No extremo inferior o 386 é aquele funcionário exaurido, cansado, desmotivado, improdutivo, prestes a se afastar por licença médica ou a procura de uma recolocação, pois no íntimo ele sabe que seus dias estão contados nesta empresa.
No outro extremo o Pentium IV, o funcionário ágil, dinâmico, criativo, produtivo, de bem com o trabalho e com a vida, pronto para aceitar novos desafios que a empresa venha a lhe apresentar. Claro, que os empresários, CEO´s e Presidentes gostariam de ser e de formar um time de gerentes e diretores que sejam Pentium IV ou Pentium III. Mas a realidade é diferente, as atividades corporativas são desgastantes e a tendência geral, sem ser regra, é a gradual degradação e obsolescência, ou seja, um Executivo dinâmico e eficiente hoje pode ficar desmotivado e improdutivo no futuro. Se a empresa fizer uma análise retroativa poderá facilmente constatar que isto já está ocorrendo. No início estes funcionários, hoje estressados e desmotivados, tinham um outro pique e contribuíram de alguma forma com o progresso da empresa.
Devo deixar claro que existe uma co-responsabilidade da empresa pela queda de qualidade de vida do funcionário e não creio que apenas uma academia de ginástica ou exercícios de relaxamento muscular sejam suficientes para reverter o quadro e a tendência.
Eu diria que existe uma relação direta entre a qualidade de produtos e serviços com a qualidade de vida dos management´s da empresa.
Também podemos dizer que a eficiência e produtividade da empresa depende da qualidade de vida do staff administrativo e operacional.
segue.....
Apenas como exercício, imagine o futuro de uma empresa em que todo seu management seja composto de 386 e 486 e uma outra empresa concorrente onde só tenha Pentium III e IV.
Mas você deve estar se perguntando:
Então o que fazer para ´cuidar´ dos estressados?
Um eficiente programa de qualidade de vida deve ser mensurável de uma forma objetiva e imparcial e deve promover o upgrade do executivo, ou seja um 486 hoje será um Pentium II amanhã e Pentium III depois de amanhã.
Mas o mais importante é que podemos fazer este upgrade, ou seja, podemos melhorar a qualidade de vida, independentemente da formação cultural ou nível sócio econãmico das pessoas.
Como?
Avivando a força interior, alterando hábitos, promovendo a redução da ansiedade, streá, irritabilidade e uma série de outras sensações ´inimigas´ do noáo sucesso pessoal e profissional.
Utilizando como ferramentas os novos ramos da ciência, como a psiconeuroimunologia, neurociência, medicina comportamental, science food, neurolingüística, além da fitoterapia e suplementos alimentares, promove-se gradualmente um maior bem-estar e felicidade na vida.
Lembre-se: o upgrade da empresa será diretamente proporcional ao de seus executivos e funcionários.
Espero que tenha gostado.
Grande abraço.
Evilásio Torres
