Você liberaria a pessoa amada em prol do amor?
Silvia, já vivi também isto num passado distante, porém chegou uma hora que dei um basta e fui para o tudo ou nada ( ou ficaria comigo como namorada ou nem como amigo eu queria vê-la), quer saber o que aconteceu ? em Maio próximo 22 anos de casado, ou seja casei com amulher dos meus sonhos...
Lute, Brilhe e Acima de TUDO AME ETERNAMENTE, felicidades á você pois merece e muito, abraço Romildo.
Escrito por:
- Romildo A.
- Professor universitário da Universidade Paulista - UNIP
- quarta, 19 de março de 2008 - 21:32
Ah! O amor...
Sílvia,
Falei a você um dia desses que "deixar ir" por vezes é um ato de amor e acho que você não me compreendeu.
Não se trata de deixar de lutar para ser feliz com essa pessoa, mas de amá-la como ser humano a ponto de, sabendo não ter condições de amar essa pessoa como mulher/homem por causa de outro compromisso ou outras questões, liberá-la para ser feliz com quem pode fazê-la feliz.
Se não se ama uma pessoa o suficiente para revolucionar a vida para ficar com ela, é importante amá-la como ser humano e respeitá-la, não ser egoísta de ficar iludindo a pessoa de que um dia tomará decisões que levem na direção de um relacionamento pleno com ela. Deixá-la rapidamente, nesses casos, é um ato nobre e de coragem, nobreza que não vejo em ficar "cozinhando" a relação só para ter momentos com a pessoa, num ato egoísta, visto que essa pessoa só permanece na situação por ter esperanças de mudança. "Cozinhar" alguém não é amar, por isso ficar com a pessoa não tem nada a ver com lutar por amor, entende? É puro egoísmo! E sujeitar-se a isso uma vez é inocência, super compreensível. Mas deve-se buscar pela auto-estima para não deixar que aconteça novamente. Isso não é perder o romantismo, mas evitar roubadas. Creio que dá pra ser romântico fora de roubadas...rs.
Abraços.
Esther
Escrito por:
- Esther .
- Revisora de Textos/Profa. PLE
- quinta, 20 de março de 2008 - 20:03
Selma,
Com certeza tem a ver com o medo de encarar as mudanças. Mas não tem muita gente que não faz nem uma coisa nem outra: nem muda nem deixa a pessoa? Então considero amor (humano, não romântico) não sujeitar o outro às nossas fraquezas, covardias...
Abraço.
Escrito por:
- Esther .
- Revisora de Textos/Profa. PLE
- quinta, 20 de março de 2008 - 20:07
Oi silvia,é uma coisa dificil de opinar, dizer pra deixar a pessoa ir ,vc sentirá uma pontada aguda e constante;se te disser pra lutar,vc viverá com esse vazio angustiante.
O melhor é que surja um Homem,que te chame de mulher.
Escreva um poema torto
sem rima
nem pé nem cabeça
que seja rude
que você não saiba,nem o que pensar
que todos digam que não serve pra você
Mas que você tenha a certeza
que pra sempre vai te amar.
Atualizada em: Thursday, 20 March, 2008 - 21:49
Ola amiga Silvia S.
Vou tentar resumir uma história muito longa.
Eu tenho 50 anos. Portanto são anos totalmente diferentes dos vividos hoje.
Não sei explicar, mas sempre fui contra namorar por namorar. Tinha que existir amor pelo menos da minha parte.
A minha pretendente era brasileira. Como sou japonês os meus pais não aceitavam. O pior é que eu era dependente deles.
Bom, foram dois anos de paqueras. E como eu não desídia ela algumas vezes namorava alguém. Isso me machucava muito, mas fazer o que.
Os amigos achavam que éramos namorados. Vivíamos sempre juntos. E às vezes era interrompido por esses namoros que aconteceu por três vezes.
Chegou a hora de tomar uma decisão. Afinal eu já estava com 18 anos.
Depois de dois anos paquerando e sofrendo tomei a decisão de pedir ela em namoro. Também tinha decidido tomar um rumo na minha vida. Fui trabalhar em São Paulo.
Depois de dois anos em São Paulo pedi a ela que fosse morar em São Paulo para que ela começasse a trabalhar para depois casarmos.
Isso foi em 1979. Para a época foi uma atitude de muita confiança por parte dela e da família. Ela foi morar em São Bernardo do Campo na casa de parentes.
Hoje estamos casados a 28 anos. Soma a isso quatro anos entre namoro e noivado e mais quatro anos de amizade. Já faz 36 anos que nos conhecemos.
Foi amor a primeira vista. Ela não fazia parte das minhas amizades. Quando há vi pela primeira vez me apaixonei. Foi no mês de dezembro férias escolares e numa praça aqui perto da minha sorveteria. Essa época as praças eram sempre bem freqüentadas. As famílias levavam seus filhos para passear.
Bons tempos.
Assim acredito que o amor existe.
Abraços
Sergio, japinha
Escrito por:
- Sergio Takashi .
- proprietario - Tupã/SP da Lanchonete e Sorveteria
- quinta, 20 de março de 2008 - 21:19
Canção do Amor Sereno
Vem sem receio: eu te recebo
Como um dom dos deuses do deserto
Que decretaram minha trégua, e permitiram
Que o mel de teus olhos me invadisse.
Quero que o meu amor te faça livre,
Que meus dedos não te prendam
Mas contornem teu raro perfil
Como lábios tocam um anel sagrado.
Quero que o meu amor te seja enfeite
E conforto, porto de partida para a fundação
Do teu reino, em que a sombra
Seja abrigo e ilha.
Quero que o meu amor te seja leve
Como se dançasse numa praia uma menina.
(Lya Luft)
Abraços
Sergio, japinha
Escrito por:
- Sergio Takashi .
- proprietario - Tupã/SP da Lanchonete e Sorveteria
- quinta, 20 de março de 2008 - 21:53
Oi Silvia,
È importante, na minha expectativa de amar,e na perspectiva de estar com o amado ,sentir que cultivo tudo que o faça ficar junto a mim,como ele sentir de mim a alegria dele existir e ,isso ser tudo de importante na minha vida! Com isso, os dias ficam mais lindos,por dentro tudo é festa,só por ele existir e ,eu poder participar junto e sentir felicidade entre nós.Simplesmente é tudo que preciso,amar e torcer para a correspondencia ser tranquila,fluir sem imposições.È claro que temos ptos. de vista diferenciados eu e o amado,e nem sempre estamos bem humorados,mas nada impede de estarmos bem juntos.No mais,quando surge o questionamento: devo abrir mão para que seja feliz sem ser comigo! È ,no momento decepcionante para mim ,essa possibilidade, mas é hora de perceber que a corrente mágica que nos envolvia venceu ou está carecendo de perceber as nossa direções nesse tempo que estamos juntos.Se em dois anos eu escuto dele que tenho o seu amor,mas não há a corrente magica a nos envolver,é hora de estar atenta, demonstrar pra ele o quanto voce o deseja em sua vida, e questioná-lo: o que falta a voce para ser feliz comigo? o que ele responder; ouça,reflita, se for positivo pra vc. viva a felicidade, se houver reticencias,adie essa historia de amor,cultive seu jardim e aguarde as borboletas chegarem, tranquila porém, atenta.Abraços Sandra Lisboa
Se eu amasse alguém e não pudesse ficar com essa pessoa, eu a libertaria para ser feliz, mesmo que fosse com outra pessoa.
Concordo com o Sergio, quando escreve que "acredita num amor sincero,fiel e no comprometimento entre duas pessoas",pois hoje vivo um relacionamento desse tipo e sou muito Feliz.
Um grande beijo,
Cátia
Escrito por:
- Catia B.
- Psicóloga da Consultório Particular no Méier
- quinta, 20 de março de 2008 - 23:10
Quem nunca sofreu de amor que atire a primeira pedra...
Quem sabe conjugar o verbo amar em todos os seus tempos...
Assunto delicado este... pode parecer futil para alguns, mas é doloroso para quem procura intensamente o amor!
Detesto pensar que amor é dependência.... que sem o outro não poderei sobreviver.... por acaso não terei eu nascido só? Por acaso não deveria o outro somar e cultivar as coisas positivas e integras do amor?
O que permite que uma mulher linda, brilhante, bem sucedida dependa de um único amor? Por que amamos a quem não nos ama? Será necessidade de nos limitar .....também já vivi isto, abri mão do "meu amor" e resolvi seguir só... entre ter metade de algo que não é meu e não ter nada, optei pela segunda. Mereço 100%,pois quando o amor chegar também serei 100%.
Fico com a Sandra... cultive teu jardim e aguarde as borboletas pois é certo que elas virão.
E por último .... faça o que teu coração mandar!!! O importante é você sentir-se feliz por um momento ou pela vida toda...ninguém poderá viver isto por você!
Paz e amor sincero no teu coração
Lúcia
