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Este é meu novo artigo sobre motivação. Envie seu comentário.

Escrito por:

Rogerio M.
Consultor, Palestrante e Sócio-Diretor da Persona Consultoria & Eventos
segunda, 24 de março de 2008 - 08:57
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Olá Rogerio,
Não vou comentar seu texto pois está excelente. Incomoda-me como você a questão de que muitas pessoas no início de carreira estarem colocando como visão de futuro algo muito estreito, complicado ou que dependem exclusivamente de fatores externos. Em outras palavras se meu "Deus" quiser, se minha família deixar, se meu namorado quiser, e assim por diante.
Não ter obejetivo amplos tais como : espiritual, social, economico, profissional, pessoal etc., restringe como você mesmo disse o leque de opções e a flexibilidade das pessoas. E aí que "mora o perigo". Pesssoas com pouca flexibilidade pessoal terão muita dificuldade nos relacionamentos profissionais e pessoais. Por outro lado, vejo em alguns níveis sociais uma banalização da questão da espiritualização onde "Deus" apareça em primeiro lugar em tudo. Nada depénde de mimn - só Dele. A fanatização talvez seja uma vávula de escape das pessoas para fugir das responsabilidades ou dos desafios que a vida com certeza trará. Não sei se é por aí que devemos tratar. Escolhas devem ser feitas, quanto maior forem elas, mariores os desafios e perigos, mas - minha opinião - só vive aqueles que aceitam desafios.
Armando

Escrito por:

Armando P.
Diretor- Proprietário da Pensare Consultoria
segunda, 24 de março de 2008 - 09:48
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Olá, muito focado seu artigo, e apresenta as bases da busca da auto-motivação, ou seja diversificar objetivos e no decorrer de suas conquistas ir aumentando a motivação para ampliá-los

O fato dessa aluna ter apenas dois agentes de motivação não me surpreende, aliás é um avanço pois no decorrer de minha vida (além do mundo corporativo, a vida e a atividade de palestrante) \pude constatar a ausência em muitas pessoas de NENHUM AGENTE MOTIVACIONAL, isso mesmo, a bastinência motivacionla

Que bom que sua aluna tem alguns agentes motivacionais, piius podem ser as sementes para sua ampliação, na medida que estes a levarem a compreender mais a vida e sua existência

Com certeza após seu imput de fazer pensar, de ter conversado com ela, ela teve a oportunidade de refletir e quem sabe ampliar seus horizontes

SUCESSO e fico à sua disposição para ampliarmos nossas referências

Vitor Marques


Escrito por:

Vitor M.
Diretor - Gestão de Pessoas da MÉRHITO
segunda, 24 de março de 2008 - 12:08
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Olá, Rogério! Gostei muito! É engraçado que parece algo simples, mas no fundo não é. Se fosse tão simples assim, não veríamos tanta gente frustrada, desiludida e sem esperança, seja no pessoal ou no profissional.
Tentarei aplicar um pouco mais disso na minha vida, pois tenho tudo apenas na minha mente. Elaborar a lista já será um enorme passo!

Obrigada!

Escrito por:

Vanessa K.
Programador Visual Sênior - Marketing da Niely Cosméticos
segunda, 24 de março de 2008 - 16:42
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Armando, Vitor e Vanessa,

Agradeço os comentários. Realmente nos deparamos ao longo da vida com diversos tipos de pessoas e muitas acabam servindo de inspiração para artigos como este.

Concordo com a banalização da "fé" que o Armando citou. Isso também me preocupa, pois é mais fácil abdicar do meu esforço em prol de uma "solução divina".

Abraços.

Escrito por:

Rogerio M.
Consultor, Palestrante e Sócio-Diretor da Persona Consultoria & Eventos
segunda, 24 de março de 2008 - 17:17
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Pois é gente... o importante é que tenhamos motivos verdadeiros para cada um de nós... quanto mais melhor, como menciono no artigo.

abraços e agradeço os comentários.

Escrito por:

Rogerio M.
Consultor, Palestrante e Sócio-Diretor da Persona Consultoria & Eventos
sexta, 28 de março de 2008 - 16:01
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Rogério,

O tema, o qual enfoca, permite muitas colocações.
Por se tratarem de motivações, você irá perceber que receberá inúmeras respostas, por vezes esperadas e repetitivas, assim como, até surpreendentes, exemplificando, o caso citado da moça por você.
Por sermos diferentes, termos personalidades únicas, essências variadas; a maneira a qual iremos vislumbrar algo, será muitas vezes oposto ao de outras. A isso também, se aplica a questão também, relativa à motivações.
Concordo plenamente com seu posicionamento, em que quanto maior for o repertório de estímulos, a pessoa terá mais respaldo para se sentir motivado.
Discorrer pessoalmente, das motivações da Márcia dariam uma lista imensa, pois abrangeriam desde fatores de cunho profissional, econômico, social, espiritual, emocional-afetivo, entre outros.
Um comentário,que está ligado ao tema é o que foi exposto pelo Sérgio, sobre objetivos, onde o mesmo foi bastante lúcido ao afirmar, que a forma a qual são projetadas as metas e ideais, de maneira bem elaborada e planejada, sua viabilidade, o porte de tais
e seus resultados, poderão ser fatores que minimizem frustações e gerem satisfações. Não deixando de ser uma das muitas facetas relacionadas com motivações.

Um abraço

Márcia K. - studiomsk

Escrito por:

Márcia K.
Assessora de comunicação/moda/designer
sexta, 28 de março de 2008 - 19:12
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Rogério,
O texto vai construindo na gente a lembrança daquela concepção que o senso comum chamou com toda propriedade de "Meu amor e uma cabana". Que mais seria preciso? Aí surge a abertura do leque: quem sabe a música... "Greenfelds", "I c'ant stop loving you", "Detalhes"... O amor não seria mais Amélia, pois a mulher de hoje é - merecida e justamente - outra, claro; e generalizando o mais - Sucesso!
Motivação e vida, duas palavras muito fortes nos dias de hoje. Começaria pela vida. Que valor tem a vida? Protegê-la, buscando saúde, qualidade, já seria uma base para a motivação. Motivações findam sendo as razões de viver. Aí, cada um no seu mundo, pois cada ser humano tem seu próprio mundo.
No meu, por exemplo, listo frustrrações de não ter sido
   Jogador de futebol, fiquei somente nas peladas de rua e praia.
   Cantor, canto todas as músicas do mundo, mas não fiz sucesso além dos barezinhos que deixei de frequentar há 18 anos, quando resolvi não beber mais bebida alcoólica (fortes motivações para isto).
   Montador de rádio ABC canarinho de ouro, não fui, embora tenha o diploma de radiotécnico do Instituto Universal Brasileiro.
   Padre, faltaram muitas condições, embora meu avô tenha sido da Congregação Mariana.
   Locutor, não, no meu tempo precisava ter voz a la Cid Moreira e não era o meu caso, tive de me contentar escrevendo noticiários para os outros lerem (somente algumas vezes chegava ao microfone, para as notícias extraordinárias - fui eu quem noticiou na rádio onde trabalhava a morte de Elvis Presley, que achou de morrer fora de hora).
   Advogado criminalista, não tive tempo de buscar esta parte, pois mesmo bacharel em Direito tinha outras prioridades.
   Aviador, faltou um centímetro para o 1,65 exigido à época.
Basta, né?








Atualizada em: Saturday, 29 March, 2008 - 20:50

Escrito por:

Walter M.
Editor da Datanorte
sábado, 29 de março de 2008 - 19:46
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Foram tantas frustrações, mas que não impediram meu sucesso em muitas outras coisas:
   Orador nos almoços dos funcionários, sempre eu.
   Poeta, que bom!
   Romancista, tem livros no prelo e o tempo dirá.
   Jornalista, bem: escrever para a Folha de S. Paulo e O Estado de S. Paulo, Rádio Cabugi de Natal, Tribuna do Norte, Rádio Planalto, A República e outros órgãos, foi uma realização.
   Trabalhar no âmbito da qualidade no atendimento e satisfação do cliente foi outra realização que por si só já me ocuparia e evitaria qualquer desvalorização à vida.
Vou parando, agradecendo pela oportunidade de refletir tanto, quase fazendo uma auto-briografia que tanto evito. Mas tudo tem seu momento.
   Sim, tem a família, vitória nos dias de hoje também, e os netos, que gostam mais da gente que dos pais, pois agora vivemos muito para eles. Quem ainda não tem vai ver...
Abraços,
Walter







Atualizada em: Saturday, 29 March, 2008 - 20:51
Atualizada em: Saturday, 29 March, 2008 - 20:59

Escrito por:

Walter M.
Editor da Datanorte
sábado, 29 de março de 2008 - 19:51
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Olá Rogério e amigos.

O que verdadeiramente me motiva é a busca de realizar meus sonhos, traçando metas e objetivos.
Saber que você não está sozinho e que pode contar com a ajuda de alguns quando precisar.
Acredito que a vida é uma guerra constituída de batalhas. Só termina a guerra depois que você morre, portanto tudo o que acontece na vida são batalhas que alguns dias você perde outros você ganha.

Um grande abraço a todos.

Escrito por:

Fábio E.
Auditor Interno da Grupo SHC
domingo, 30 de março de 2008 - 09:10
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