O que você faria se você presenciasse uma injustiça com o próximo?
- Tags:
- inteligencia emocional,
- sabedoria
Até que ponto vai a sua solidariedade e seu comprometimento ou falta do mesmo?
Márcia K. - studio msk
Escrito por:
- Márcia K.
- Assessora de comunicação/moda/designer
- terça, 25 de março de 2008 - 22:54
Márcia,
Eu tomo as dores na hora e defendo, sem dúvida nem medo de me comprometer. Sou conhecida defensora dos fracos e oprimidos...rs. E se tem algo que me deixa indignada é a injustiça.
Abraços.
Escrito por:
- Esther .
- Revisora de Textos/Profa. PLE
- terça, 25 de março de 2008 - 23:58
Amiga Esther,
Somos parecidas. Pois, as pessoas na maioria não se comprometem, tem medo. A grande diferença que há entre um grande homem ou mulher, e uma pessoa medíocre e cheia de lábia é exatamente isso. Os que se comprometem, agem sem receio e os que geralmente ficam só observando, estão reforçando e de certa força compactuando,são esses que são mais cheios de si,
"valentões de araque", ocultando sua omissão e sua face de egoísmo e covardia. Não sabem se impôr sozinhos e geralmente estão sempre "amparados" por
outras pessoas. Acham graça da "desgraça alheia", até que um dia passem pela mesma situação.
Agora, o que você acharia de um grupo de homens atacando uma mulher sozinha ?
Para que estamos nessa vida? Para comer, dormir, trabalhar, ganhar dinheiro, comprar certas coisas....muitas pessoas passam a vida assim, e não se dão conta que, estamos aqui para muito mais, para fazer a diferença em tornar o mundo melhor sob todos os aspectos, para dar nossa colaboração por menor que seja por causas nobres, justas e demonstrando que não nascemos à toa. Viver não é pensar apenas voltado a si e seus interesses ou da família, mas também em favor de outros.
Um grande abraço
Escrito por:
- Márcia K.
- Assessora de comunicação/moda/designer
- quarta, 26 de março de 2008 - 10:42
Tenho por hábito socorrer os necessitádos.
Ajudo cças, velhinhos, animais, sempre me envolvo em ajudar naquilo que posso e até
mais do que isso para ver alguém feliz.
Sou o tipo mãezona agora vovózona.
bjos renata
Sérgio,
Você assim como a Esther, tem essa consciência, mas a maioria infelizmente não. Vi coisas inaceitáveis e de uma crueldade sem medidas, que ultrapassam o limite de tudo. Ser conciliador, só é possível com pessoas as quais tenham um mínimo senso de realidade, respeito e discernimento. Fugindo a essa esfera de pessoas, com tais características, citadas acima, não há mais o que dialogar, e sim tomar atitudes. Um dia, quem sabe estes despertem para o que seja viver e agir de maneira digna. Pessoas podem enganar outras pessoas, mas não a Deus.
Um super abraço
Escrito por:
- Márcia K.
- Assessora de comunicação/moda/designer
- quarta, 26 de março de 2008 - 12:02
Renata,
Parabéns por ter se tornado avô.
O maior bem que uma pessoa pode possibilitar a outra é: levar alegria e propiciar felicidade, conceitos de felicidade são muito pessoais, variam de pessoa para pessoa, mas incluem fatores como; paz, harmonia nas relações, respeito, amizade, bem querer, saúde, solidariedade, despreendimento entre outros.
Um grande abraço
Escrito por:
- Márcia K.
- Assessora de comunicação/moda/designer
- quarta, 26 de março de 2008 - 12:15
Jorge,
Existem pessoas solidárias sim, mas num número menor, é mais fácil para certas pessoas ficarem "em cima do muro". Mas se não temos a consciência de colaboração, e ajuda, onde vamos parar ? Você é uma pessoa como nossos colegas acima que pensam dessa maneira,o que mostra que estes, não só possuem um grande caráter mas uma postura de força e algo mais, desprendimento - amor ao próximo, o que não é para todos. Bom saber que existam pessoas assim!
Grande abraço
Escrito por:
- Márcia K.
- Assessora de comunicação/moda/designer
- quarta, 26 de março de 2008 - 23:44
Não sei porque quando comecei a ler os posts lembrei-me de um fato específico, que me marcou muito.
Eu estava em um ônibus de viagem, vindo de Sorocaba para São Paulo e, quando o ônibus chegou no conhecido "cebolão", na marginal Tietê (perto de Osasco), a roda de um caminhão enorme se soltou e veio parar na cara do motorista, estilhaçando o vidro à sua frente e atrapalhando-lhe a visão. Fora isso, o peso e a força com que veio aquele enorme pneu, fez com que o ônibus se descontrolasse e o motorista mal conseguia segurar o volante. era um cara pequeno, magro, mas foi muito forte e um verdadeiro herói. Ele ficou em pé durante todo o tempo, fazendouma força descomunal ao volante, para que não caíssemos no rio. Senti que tinha nascido de novo quando tudo acabou, e que ele havia salvo nossas vidas. Porém, ele precisava de testemunhas para a ocorrência policial e, qual não foi minha surpresa quando vi que só eu me manifestei. E a empresa exigia cerca de quatro testemunhas para não o responsabilizar e o mandar embora.
Eu desci do salto!!! Fiz um sermão tão grande que alguns acabaram cedendo, pois fiz sentirem vergonha de estarem vivos. O cara salvou nossas vidas e achavam muito fazer isso por ele, apenas relatar a verdade! Fiquei tão indignada que até chorei. Aliás, choro muito mais facilmente por indignação que por tristeza. Mas sempre tomo uma atitude antes.
Abs.
Atualizada em: Thursday, 27 March, 2008 - 01:18
Escrito por:
- Esther .
- Revisora de Textos/Profa. PLE
- quinta, 27 de março de 2008 - 00:20
Amiga Esther,
Se te contasse certas estórias que vivenciei e também presenciei, não foram nada fáceis.
Acho que isso explica meu senso de querer justiça, de inconformismo perante situações em que envolvam não só a mim, mas a outras pessoas, pois só quem passou por determinadas coisas, e sentiu na pele o que é, sabe.Como pessoa sensível, também choro muito com as injustiças, mas não me calo. Antes, sermos pessoas transparentes e justas, e por vezes até falarmos e nos defendermos sozinhas, do que ser "meio-seres-humanos",
Beijos
Escrito por:
- Márcia K.
- Assessora de comunicação/moda/designer
- quinta, 27 de março de 2008 - 13:27
Amiga Sílvia,
Você mostra sabedoria em muitas observações e comentários que tenho acompanhado. O que mais se torna intolerante para mim, são pessoas que não tem posicionamento sobre nada, tem medo de tudo, de comprometimentos, de qualquer coisa e ainda dão uma de mostrar que são pessoas dignas- solidárias.
Vem uma barbaridade acontecer e como se portam? Nada fazem, riem, fazem piadinhas, distorcem os fatos. São as piores pessoas, pois mostram maldade dentro de seus corações, são cínicas.
Me remete a uma estória que aconteceu com meu pai,um senhor idoso,uma vez em que saíamos do elevador para área social, e sem sermos avisados, e sem ter nenhuma mostra de resquício de produto no chão, simplesmente não conseguíamos ficar em pé, pois um serviçal passou um tipo de produto que nos fez cair, o mesmo estava assistindo tudo, com a maior cara de cinismo. Eu quase tive meu tornozelo quase deslocado, mas consegui me apoiar na parede para não cair, meu pai foi ao chão, vendo a minha reação de super preocupação em relação a ele, se estava bem, o serviçal mumurou: isso fede não? depois se retirando rapidinho, como um covarde, eu nem estava preocupada em responder a ele nada, só estava preocupada com meu pai, que estava caído. E quis ampará-lo, ele sofreu escoriações no pulso mas felizmente nada mais. Como ele é uma pessoa generosa, com coração grandioso, não quis ir na delegacia para fazer BO, ou muito menos mostrar as escoriações. A única coisa que ele disse: Esqueça, temos que ter compaixão, Deus cuida de nós e viu tudo, essa pessoa não tem noção do que está fazendo.De tão ruim esse serviçal, sabia que alguém sairia ferido,e colocou no chão esse produto inapercebível aos olhos para isso.
Para ver, Sílvia, que as piores pessoas fazem as coisas premeditadamente e depois fogem.
Como não tinham outros moradores, ou alguém assistindo isso, se aproveitou da situação. Isso é gente? Não.
Escrito por:
- Márcia K.
- Assessora de comunicação/moda/designer
- quinta, 27 de março de 2008 - 14:05
