FILME - A CONFERIR.
Balão Vermelho/O Cavalo Branco (Le Ballon Rouge/Crin Blanc, França.
Estréia nesta sexta-feira no país – Fotógrafo que passou a se aventurar no cinema, o francês Albert Lamorisse criou um clássico perene com O Balão Vermelho, em que o "protagonista" do título segue, como uma pincelada de cor, um menino pelas ruas cinzentas de Paris, rebelando-se ambos contra as regras do mundo adulto. São 34 minutos de pleno encantamento (e de espanto, considerando que o diretor conseguiu o efeito de um balão tão lustroso e cheio de vontades, sem nem um fio à mostra ou truque que se possa adivinhar, em 1956). A sessão dupla é completada com outro média-metragem. Em O Cavalo Branco, feito três anos antes, o mesmo tema – de um menino que se afeiçoa a um símbolo de liberdade – é tratado de forma bem menos brincalhona: nas planícies do sul da França, um pequeno pescador cativa um cavalo selvagem, que é implacavelmente perseguido por homens que desejam domá-lo. Vale a pena conferir... Maria Antônia.
Escrito por:
- Maria Antônia B.
- professora secundária
- segunda, 30 de junho de 2008 - 00:39
É inútil falar de A Árvore da Vida, porque não foi um filme feito para ser falado. Foi feito para ser visto e, acima de tudo, sentido. Terrence Malick ergueu um filme absolutamente monumental, gigantesco, arrebatador em todos os seus aspectos, feito por um realizador no seu auge, em controle absoluto do seu talento. O que aqui temos é um filme que transborda vida, sentimento e pura transcendência. A Árvore da Vida é, acima de tudo, uma experiência que tem tanto de espiritual quanto de sensorial, único e incomparável. Não pode ser explicado, apenas visto, e para quem dele gostar será, certamente, algo de memorável. Não é um filme para todos, poderá desiludir até fãs do realizador, mas jamais poderia ser de outra forma num filme tão pessoal e, ao mesmo tempo, tão gigantesco. É, por vezes, incompreensível, frequentemente arrebatador, por vezes profundamente comovente, e todo ele transcendente. Como a vida, portanto. Remete a reflexões que, impossível, não voltar para revê-lo. As imagens são magníficas, a trilha sonora ídem e quem o vê uma vez volta para rever e ir refletindo mais e mais... Vale a pena.
http://www.youtube.com/watch?v=jFsklpLMaTc&feature=fvst
Maria Antônia.
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- Maria Antônia B.
- professora secundária
- segunda, 29 de agosto de 2011 - 17:54
Melancolia -
Um planeta chamado Melancolia está prestes a colidir com a Terra, o que resultaria em sua destruição por completo. Neste contexto Justine (Kirsten Dunst) está prestes a se casar com Michael (Alexander Skarsgard). Ela recebe a ajuda de sua irmã, Claire (Charlotte Gainsbourg), que juntamente com seu marido John (Kiefer Sutherland) realiza uma festa suntuosa para a comemoração.
Trata-se de um filme denso, uma fábula rebuscada,profunda e extremamente tocante,
triste. Levamos o filme para casa, no pensamento e voltamos para compreendê-lo
mais e mais. Não é uma diversão pura e simplesmente,mas um belo filme, uma obra de arte.Envolve toda uma simbologia que nos tira da zona de conforto. Maria Antônia
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- Maria Antônia B.
- professora secundária
- sexta, 23 de setembro de 2011 - 21:50
\"Complexo do Castor\".
Com Jodie Foster e Mel Gibson -
O filme \"Complexo Castor\" mostra a esquizofrenia, onde um fantoche revelar-se-á crucial na reconstrução de um homem à beira do suicídio.
E é contada com uma facilidade, pode-se dizer, desconcertante .O que transforma uma hipótese improvável, em uma ideia genial. Maria Antônia.
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- Maria Antônia B.
- professora secundária
- terça, 27 de setembro de 2011 - 17:59
\"Mentes que Brilham\" - Com Jodie Foster e Adam Hanny Byrd, nos papéis principais.
Fred é um superdotado que vive com a sua mãe (Jodie Foster), uma garçonete, que se esforça para educá-lo como uma criança normal, mas que, apesar de tudo, não o consegue integrar num meio que, facilmente, marginaliza todos aqueles que são diferentes.
Recorre então a uma psicóloga diretora de uma escola para superdotados, que se deixa maravilhar pela inteligência e sensibilidade de Fred e pede, então, a sua guarda, por um Verão, alegando que Fred poderá assistir a um curso universitário enquanto ela o observa.
Neste período de afastamento da sua mãe, Fred descobrirá que toda a sua inteligência não significará muito sem ninguém que o ame e acarinhe com a uma criança normal.
Num mundo de diferenças ainda não aprendemos a aceitar a diversidade.
Neste filme, podemos observar as dificuldades que enfrentam os superdotados para se integrarem numa sociedade que se rege por padrões demasiado inflexíveis.
O objetivo deste filme é complexo. Parece apontar para a conclusão, um tanto ou quanto subjetiva, que não é separando uma criança superdotada do seu meio de crescimento natural que o estará ajudando. Maria Antônia.
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- Maria Antônia B.
- professora secundária
- terça, 27 de setembro de 2011 - 18:20
Flor da Neve e o Leque Secreto.
Direção: Wayne Wang
Elenco: Bingbing Li, Gianna Jun, Vivian Wu, Russell Wong, Coco Chiang, Hu Qing Yun, Shi Ping Cao
Gênero: Drama.
Na China do século 19, as amigas Flor da Neve e Lírio superam a distância física por meio de uma língua secreta. Paralelamente, a trama segue Nina e Sophia, duas mulheres contemporâneas que tentam compreender a história de suas ancestrais \"laotong\".
Trata-se de uma história apaixonante que se passa na China do séc. XIX, quando as mulheres tinham que se submeter à antiga tradição de bandagem dos pés para reduzir-lhes o tamanho e torná-las melhores partidos. (…) Iletradas e isoladas do mundo, não era apropriado que pensassem, tivessem vontade própria ou demonstrassem emoções. No entanto, algumas mulheres falavam uma língua secreta entre si, conhecida como \"nu shu\"; única escrita utilizada exclusivamente por mulheres que se tem notícia na história. Elas pintavam os caracteres \"nu shu\" em leques, bordavam-nos em lenços, e usavam a “escrita feminina” para compor canções e escrever histórias, saindo assim do isolamento para compartilharem seus sonhos e realizações. Destaca a amizade que se estabelece, apesar de tudo e sobretudo. Maria Antônia.
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- Maria Antônia B.
- professora secundária
- terça, 04 de outubro de 2011 - 16:36
HANNA.
Direção: Joe Wright
Roteiro: Seth Lochhead
Elenco: Saoirse Ronan (Hanna), Eric Bana (Erik Heller), Cate Blanchett
Hanna (Saoirse Ronan) é uma adolescente. Única, por ter a força, a resistência e a esperteza de um soldado; isto por ter sido criada por seu pai (Eric Bana), um ex-membro da CIA, na Finlândia selvagem. Vivendo uma vida diferente de qualquer outra adolescente, sua criação e seu treinamento foram uma coisa só, tudo com o objetivo de torná-la a assassina perfeita. As mudanças em sua adolescência são duras; enviada ao mundo por seu pai para uma missão, Hanna viaja escondida pela Europa enquanto foge de agentes enviados para encontrá-la por uma impiedosa operativa de inteligência com seus próprios segredos (Cate Blanchett). A menina acaba se aproximando de uma família francesa e se torna amiga da filha do casal, entrando na adolescência. Porém, quando a protagonista retorna para o mundo do pai, ela descobre que foi criada para ser uma assassina em uma prisão da CIA e, para fugir do seu destino, precisa lutar para ficar livre. Enquanto ela se aproxima de seu alvo final, Hanna encara incríveis revelações sobre sua existência e questões inesperadas sobre sua humanidade. Maria Antônia.
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- Maria Antônia B.
- professora secundária
- terça, 04 de outubro de 2011 - 16:38
ANOTHER EARTH.
DIREÇÃO: Mike Cahill
Elenco: William Mapother, Brit Marling, Jordan Baker, Flint Beverage, Robin Taylor
Gênero: Drama..
Na trama (que lembra um pouco a de Melancholia, filme ficção científica de Lars von Trier), descobre-se um planeta que, por sua proximidade a aparência com a Terra, deixa a população em alerta. Rhoda Williams (Brit Marling) é uma estudante de astrofísica que se encanta com o novo astro. Já John Burroughs (William Mapother) é um consagrado compositor. A vida dos dois muda completamente após um trágico acidente, quando ela bate seu carro, distraída, encantada pelo planeta novo, e mata a família do compositor, que fica em coma. Entrementes, descobre-se que o novo astro é um mundo paralelo, uma 2ª Terra. O que você faria se tivesse oportunidade de corrigir seus erros em um mundo paralelo? Melhorar em termos de redenção? Como fazer uma pessoa mudar corajosamente, apesar do que passou e carregada de culpa? Seu antagonista é a culpa. Como superar isto? Maria Antônia.
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- Maria Antônia B.
- professora secundária
- terça, 04 de outubro de 2011 - 17:06
Título original: (Un Cuento Chino) - Um Conto Chinês.
Lançamento: 2011 (Argentina, Espanha)
Direção: Sebastián Borensztein
Atores: Ricardo Darín, Muriel Santa Ana, Ignacio Huang, Javier Pinto.
Gênero: Comédia
Roberto (Ricardo Darín) é um veterano da Guerra das Malvinas e o mau humor em pessoa. Cheio de manias, ele é dono de uma loja de ferragens, onde também mora e curte sua solidão. Sujeito obessivo, misógeno, não tem ninguém na vida. E, de repente, uma vaca cai do céu (simbolicamente, um chinês). Baseia-se numa história contada de que o \"hobby\" dos chineses, quando estavam pescando, em 2000, era ver aviões passarem; até que, um dia, um chinês é jogado de um avião e cai em cima deles. Um chinês chato. É uma fábula tragi-cômica. Saímos pensando que há um chinês na sala do mundo. Texto bonito, accessível. Não é nada demais, uma história divertida, inteligente e tocante. Maria Antônia.
Escrito por:
- Maria Antônia B.
- professora secundária
- quarta, 26 de outubro de 2011 - 19:20
"O Preço do Amanhã" - (In Time), se passa em um futuro não muito distante, onde a ciência descobriu um processo que interrompe o envelhecimento aos 25 anos.
Com os ricos se tornando belos imortais, o resto da humanidade terá de lutar para sobreviver.
No meio desta guerra, um pobre assassina um rico, e leva a personagem de Seyfried como refém e eles acabam descobrindo que o amor é mais poderoso que a imortalidade.
Passam a roubar dos ricos para dar aos pobres. É o Robin Hood na ficção. Maria Antônia.
Escrito por:
- Maria Antônia B.
- professora secundária
- sexta, 04 de novembro de 2011 - 23:45
