***Quem caminha descalço não deve semear espinhos***
*Quem caminha descalço não deve semear espinhos*
E quem de nós, em dado momento de sua vida, pode dizer que não está "descalço"? Frágil, deixando uma brecha para julgamentos? A vida tem demonstrado que nem sempre a boa intenção é garantia de bons frutos. Assim, ter cuidado e zelo com tudo que fazemos e para quem fazemos, é prática de sabedoria.
Quantas vezes encontramos pessoas rudes, por vezes insensatas, que parecem não lembrar que a Vida tem várias curvas e que, na próxima esquina, quem hoje é vítima pode estar em outro patamar? E aí?
E, também, não é "só" fazer o "bem" por "medo da represália". É toda uma atitude de convicção e ética.
Vamos refletir sobre isto?
Abraços a todos!
Marise Jalowitzki
marisej@terra.com.br
Porto Alegre - RS - Brasil
Atualizada em: Thursday, 13 May, 2010 - 16:14
Em um mundo ainda pautado em ação e reação é preciso transcender.
O compromisso da mudança é individual, único e intransferível!
Um grande abraço a todos e Uma Excelente Semana!
Marise Jalowitzki
Porto Alegre - RS
Lindo!! Adorei.....
Escrito por:
- ELIANE W.
- Consultora de RH e Instrutora do SENAI da Consultora de RH e Instrutora do SENAI
- quarta, 20 de agosto de 2008 - 16:35
Não é mesmo, Querida Eliane?! Certas frases carregam o poder de bastar por si próprias!
Um aprendizado e tanto sobre planejamento, prevenção, passado/presente/futuro, auto responsabilização, tolerância, condescendência e reconciliação com suas próprias coisas.
Grande abraço!
Atualizada em: Wednesday, 20 August, 2008 - 17:50
Quem não tem habilidade de relacionar com outras pessoas, está plantando seus espinhos.
Valeu!
Sábias palavras, Douglas!
E essa é uma arte que vamos desenvolvendo sempre. Pessoas são imprevisíveis, mudam conceitos e verdades a todo instante. Atitudes de hoje podem já não servir amanhã.
Aprendizado!
Escrito por:
- Marise J.
- Consultora/Escritora
- segunda, 29 de setembro de 2008 - 21:12
Por estes dias ouvi uma manchete de mais um "case" que nem recebeu muita repercussão. Uma mulher em seu carro, o carro teve pane sob um viaduto, por volta de 22h em SP. Ela recebeu ajuda de vários mendigos que estavam/moravam ali [hoje o must é denominá-los "moradores de rua", como se isso - morar na rua - fosse opção]. Quando chegou em casa, livre, imune, sem arranhão, nem estupro, nem foi morta (como se costuma ouvir, com alardes), notou que sua bolsa havia sumido. Alguns parentes seus, foram solicitar ajuda de mais alguns amigos (todos rapazes jovens, bem nutridos e bem cuidados) e foram até o local onde havia acontecido a pane... do carro. Foram assassinados 6 dos 7 que dormiam ali! Pura e simplesmente. Chacinados. Pronto!
Na reportagem do "dia seguinte" uma 8ª "moradora de rua" declarou, chorando, que, ela também dormia ali, sempre. Neste último dia, como estava coletando papel em outro bairro até altas horas, foi vencida pelo cansaço e resolveu dormir ali mesmo. Ao chegar pela manhã, só encontrou o sangue dos companheiros de desdita. Chorou e a reportagem terminou.
Podemos pensar em um mundo de paz? Podemos? Sem isentar o ato de pegar a bolsa, mas, acaso pode-se equiparar a represália? Será que alguém pode imaginar que vai mudar alguma coisa, agindo dessa maneira?
SERÁ QUE ESTA MULHER, QUE FOI ISENTA DE QUALQUER OUTRO ATO DE VIOLÊNCIA E ABUSO (por parte desses mendigos que agora já estão na vala comum) PODE USAR SUA BOLSA COM TRANQUILIDADE? ANDAR POR AÍ COM A CONSCIÊNCIA DE QUE A SUA BOLSA FOI O PREÇO DE 6 VIDAS?
O que pessoas assim pensam em colher em seu futuro?
Este é um post que está em várias comunidades. Inclusive na comunidade "Liderança e Equipe", "Jogos de Empresa e Dinâmica de Grupo - Andragogia", etc. Pensei se deveria deixá-lo lá, já que o tema fala sobre ética, compromisso, intenção de semear uma postura de não-violência e chego à conclusão que sim.
Enquanto as crenças e os valores não perpassarem por uma acurada interpretação de todos os participantes dos grupos sociais, enquanto as pessoas não falarem mais abertamente sobre as coisas do cotidiano, a educação (seja formal ou informal, em instituições tradicionais ou empresariais) estará sempre aquém, sempre fora do contexto, sempre distante do dia a dia das pessoas.
E o que se quer, é o ser humano integral: família, trabalho, comunidade, ecossistema.
Abraços a todos!
Prezada Marise, permita-me parabenizá-la por este tema lançado e tão oportuno. Como sabe sou policial e como tal percebo que a sociedade perdeu os referenciais. Quando digo a sociedade somos nós. E não os outros todos menos nós. A sociedade como um todo, nossos representantes, perdemos alguns valores e o mais vilipendiado além de valores morais, éticos, honestidade e familares, a vida parece-nos ter sido uma coisa que o ser humano atual está descartando como se fosse mudar de roupa, aliás numa linguagem bem caseira, nem mudar de roupa estão mudando mais, é tudo na cara limpa, as claras e em tom provocativo. Matar virou um primeiro recurso quando deveria ser o último. Maridos matam suas mulheres diante das câmeras, pais matam filhos num momento de fúria, filhos matam pais por herança, jovens se matam e morrem no trânsito e nas drogas, crianças estão sendo mortas em casa, pelos pais, pelas babás, torturadas pelos próprios pais adotivos.
Não dá mais para ficar calado. Isso tem que ter um fim.
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Mudando de assunto com relação ao "caminhar descalço" queria te dizer que no meu caso por incrível que pareça acho que sempre caminhei descalço. Tanto que estou fazendo o caminho de volta. Fui reconvocado pela Corporaçãpo depois de 6 anos. Uma experiência nova na minha vida. Um desafio interessante estimulador. Estou cuidando de duas áreas sensíveis; Saúde e Moradia. Estou indo bem. De vez em quando você me provoca, gosto dessas provocações. Estou refletindo....Um forte abraço.
Quem caminha descalço não deve semear espinhos
Gostei da matéria Marise
Abraços
Ricardo Marques
Escrito por:
- Ricardo de Freitas M.
- Gerente da Novo Tempo Editora
- quinta, 13 de maio de 2010 - 19:55
