Momento Espirita II
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ESCUTA-ME, DEUS!
PRECE ENCONTRADA NO BOLSO DE UM SOLDADO AMERICANO,
MORTO EM COMBATE.
TRADUÇÃO DE NIEL CASSES.
EXTRAÍDA DA REVISTA BOA VONTADE
Escuta-me, Deus! Jamais falei contigo... Hoje quero
saudar-Te: como vais?
Tu sabes... Disseram-me que não existias...
E eu, tolo, acreditei que era verdade...
Eu nunca havia olhado Tua grande obra...
Eu, ontem à noite, da cratera aberta
por uma granada, vi Teu Céu estrelado
e compreendi que havia sido enganado...
Eu não sei se Tu, Deus, apertarás a minha mão,
mas vou explicar-Te, e me compreenderás.
É bem curioso: neste horrível inferno,
encontrei a luz para olhar Tua face...
Depois disto, não tenho muito a dizer-Te,
a não ser que me alegro de Te haver conhecido.
Depois da meia-noite haverá ofensiva,
mas não a temo, pois sei que Tu vigias.
O sinal! Bem, meu Deus, já tenho de ir-me...
Apeguei-me a Ti... Queria dizer-Te, ainda,
que, como sabes, haverá luta cruenta,
e talvez esta noite baterei à Tua porta...
Embora não tivéssemos sido amigos,
sei que permitirás que eu entre, se a Ti chegar.
Mas... estou chorando... Bem vês, meu Deus,
que já não sou tão ímpio...
Bom Deus! Preciso ir-me... Boa sorte!
É estranho... Mas agora já não temo a morte!
Abraços
Sergio, japinha
Atualizada em: Sunday, 19 October, 2008 - 16:22
Escrito por:
- Sergio Takashi .
- proprietario - Tupã/SP da Lanchonete e Sorveteria
- sábado, 13 de setembro de 2008 - 18:17
MÃES SOLTEIRAS
É um fenômeno mundial. No planeta inteiro, há milhares de anos, bilhões de mulheres encaram a maternidade sozinhas.
Hoje até se tornou moda: mulheres independentes e financeiramente estáveis optam por criar os filhos sozinhas.
Mas, na maior parte das ocasiões, a maternidade solitária não é fruto de uma escolha.
Sim, ser mãe solteira é também amargar o abandono, a confiança traída. É encarar o futuro assustada, muitas vezes sem sequer ter saído da adolescência.
Como se sabe, na adolescência e na juventude, tudo parece ser maior, mais intenso e mais profundo do que realmente é.
Por isso, os mais jovens se apaixonam e imaginam que vão morrer de amor. Quando rompem um namoro, acreditam que jamais encontrarão alguém melhor. E as brigas familiares assumem proporções de tragédia.
Tudo isso é preciso ter em mente quando se analisa a questão das mães solteiras, da gravidez na adolescência e das crises que envolvem tais situações.
É óbvio que uma gestação na adolescência não é a situação ideal. Ela atrasa estudos, interrompe sonhos e planos, gera momentos de desconforto.
Mas o que fazer diante do fato concreto? E quando uma filha revela que está grávida, que atitude tomar?
Diante de uma gravidez, os pais entram em pânico e as filhas se desesperam ou se revoltam. Instala-se o caos.
É bem humano e natural que seja assim. É que criamos expectativas a respeito dos outros.
Os pais esperam que as filhas cursem uma Universidade, consigam um bom emprego, namorem, casem-se e constituam uma linda e harmoniosa família.
Por sua vez, as filhas também traçam planos, que às vezes até coincidem com o dos pais. Mas elas também desejam ser felizes, conseguir independência, ter um lar para chamar de seu, com algum conforto e muita alegria.
continua
Escrito por:
- Sergio Takashi .
- proprietario - Tupã/SP da Lanchonete e Sorveteria
- sábado, 13 de setembro de 2008 - 18:20
continuação
São projetos. Mas a vida tem surpresas pelas curvas do caminho. E a mais comum situação é ver os sonhos desaparecerem como bolhas de sabão.
E nessas ocasiões vem a pergunta: Como agir? Como ser solidário e bom com a filha grávida, sem deixar de chamá-la à responsabilidade própria?
As respostas a essas questões envolvem duas palavras: amor e sabedoria. Amor para compreender que a filha atravessa um momento delicado.
Muitas vezes foi abandonada, está sem chão, sem suporte. Desnorteada, não consegue ver o futuro. Pensa apenas na gravidade da situação, nos momentos próximos em que terá nos braços um filho.
E ela mesma é pouco mais que uma criança...
Para os pais, a hora é igualmente difícil. Abalados, decepcionados, choram e brigam, externando a dor interna. Mas são mais maduros.
É a hora de ganharem forças para amparar a filha necessitada.
E ajudar a filha mãe solteira não é assumir as responsabilidades dela nem a educação do neto.
Auxílio, nesse caso, é orientação, apoio psicológico e material, estímulo a continuar os estudos, cuidar do próprio filho e seguir em frente.
Por vezes fazemos tempestade em copo d'água. Ao contrário do que muita gente pensa, é possível ter filhos, estudar, trabalhar e concretizar todos os sonhos.
É lógico que tudo será mais trabalhoso e difícil, mas não é impossível. A dificuldade é conseqüência da invigilância.
Para isso, basta que alguém - pais, namorado, irmão, amigo, parente - faça uma pequena corrente de solidariedade e dê apoio.
Não se trata de assumir o papel da mãe nem suas obrigações. Isso jamais. Trata-se de pequenos gestos que farão toda a diferença no futuro.
Pense nisso!
Redação do Momento Espírita.
Em 10.09.2008.
Abraços
Sergio, japinha
Escrito por:
- Sergio Takashi .
- proprietario - Tupã/SP da Lanchonete e Sorveteria
- sábado, 13 de setembro de 2008 - 18:24
Porque abraçar?
Porque os efeitos que um abraço produz
são simplesmente maravilhosos:
Produz calor - sempre aquece o coração;
Tem efeitos duradouros;
Preenche espaços vazios em nossas vidas;
Torna os dias mais felizes, torna viáveis os
dias impossíveis;
Faz a gente se sentir bem, abre passagem
para os sentimentos;
Constrói a auto-estima, alivia a tensão;
Afirma a nossa natureza física;
Contribui fundamentalmente para a saúde,
tanto física quanto emocional.
Não requer equipamento nem ambiente especial
(qualquer lugar é lugar de um abraço), é só abrir
os braços e o coração;
É democrático - todos podem abraçar;
É universal - em qualquer língua é sempre
compreendido.
O abraço, portanto, é um método simples
de oferecer apoio, cura e crescimento.
É a forma perfeita de mostrar o que as
palavras não conseguem dizer.
A primeira qualificação para abraçar é
o QUERER - todos têm uma capacidade
natural para compartilhar abraços maravilhosos.
A condição fundamental para o abraço sincero
é respeitar o outro como pessoa, não lhe atribuir culpas,
não julgar.
É viver realmente o amor incondicional!
(autor desconhecido)
Fonte: www.affeto.com.br
Abraços
Sergio, japinha
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- Sergio Takashi .
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- sábado, 13 de setembro de 2008 - 19:44
O Homem Triste
Você passou por mim com simpatia, mas quando viu meus olhos parados indagou em silêncio o porque vagueio pelas ruas.
Talvez por isso apressou o passo, e ainda que eu quisesse chamar, a palavra desfaleceu na boca.
É possível que você suponha que eu desisti do trabalho, no entanto ainda hoje bati de porta em porta em vão.
Muitos disseram que ultrapassei a idade para ganhar o pão, como se a madureza do corpo fosse condenação à inutilidade.
Outros, desconhecendo que vendi minha melhor roupa para aliviar a esposa enferma, me despediram apressados, crendo que fosse eu um vagabundo sem profissão.
Não sei se você notou quando o guarda me arrancou da frente da vitrine, a gritar palavras duras, como se eu fosse um malfeitor vulgar. Contudo, acredite, nem me passou pela mente a idéia de furto.
Apenas admirava os bolos expostos, recordando os filhinhos a me abraçar com fome, quando retorno à casa.
Talvez tenha observado as pessoas que me endereçavam gracejos, imaginando que eu fosse um bêbado, porque eu tremia, apoiado ao poste.
Afastaram-se todos com manifesto desprezo, mas não tive coragem de explicar que não tomo qualquer alimentação há três dias.
A você, todavia, que me olhou sem medo, ouso rogar apoio e cooperação. Agradeço a dádiva que me ofereça em nome do Cristo que dizemos amar, e peço para que me restitua a esperança, a fim de que eu possa honrar com alegria o dom de viver.
Para isso, basta que se aproxime de mim sem asco, para que eu saiba apesar de todo meu infortúnio que ainda sou seu irmão.
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Essa é a mensagem de um homem triste, quiçá como tantos que vemos perambulando pelas ruas.
É bem verdade que alguns são de fato pessoas que se comprazem na ociosidade.
continua
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- domingo, 14 de setembro de 2008 - 15:54
continuação
Todavia há os desafortunados que apesar de trabalhar a vida toda, não puderam ajuntar moedas para o sustento próprio e da família, e que chegada a madureza, são condenados pela sociedade a viver como réprobos, embora sejam pessoas dignas.
É comum observarmos homens e mulheres puxando um carrinho de papéis e outros objetos recicláveis, para prover o próprio sustento.
São nossos irmãos de caminhada evolutiva, que não tem coragem de viver na mendicância, por isso trabalham com dignidade.
Muitos de nós, no entanto, nos enfadamos com essas criaturas que atrapalham o trânsito com seus carrinhos indesejáveis.
O que não nos damos conta é que além do peso do carrinho, têm ainda que carregar sobres os ombros o peso da humilhação e do desprezo impostos por uma sociedade indiferente.
É verdade que todos nós estamos colhendo o que plantamos, e que aqueles que passam por essas situações precisam dessas experiências para crescerem espiritualmente.
Entretanto, são nossos irmãos, filhos do mesmo Pai Criador, e merecedores sem dúvida - no mínimo - do nosso respeito.
Se não os podemos ajudar, que não os atrapalhemos, jogando-lhes palavras amargas, nem menosprezando-os, dificultando ainda mais a sua caminhada.
Autor:
Página do espírito Meimei, recebida pelo médium Francisco Cândido Xavier em reunião pública da Comunhão Espírita Cristã na noite de 11/11/1961, em Uberaba-MG.
Abraços
Sergio, japinha
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- domingo, 14 de setembro de 2008 - 15:57
TRABALHAR - REMÉDIO PARA TODOS OS MALES
Se você acredita no valor da preguiça, olhe a água parada.
Seja qual seja o seu problema, o trabalho será sempre a sua base de solução.
Não existe processo de angústia que não se desfaça ao toque do trabalho.
Diante de qualquer sofrimento, o trabalho é o nosso melhor caminho de libertação.
O segredo da paz íntima é agir um tanto mais além de nossas supostas possibilidades na construção do bem.
Não se aborreça se alguns companheiros lhe abandonaram a estrada; continue em seu próprio dever e o trabalho lhe trará outros.
O que você faz é aquilo que você tem.
A força está com a razão, mas a razão está do lado de quem trabalha.
Todos os medicamentos são valiosos na farmácia da vida, mas o trabalho é o remédio que oferece complemento a todos eles.
Quem trabalha encontra meios de esclarecer, mas não tem tempo de discutir.
O sucesso quase sempre se forma com uma parte de ideal e noventa e nove partes de suor na ação que o realiza.
(André Luiz / Francisco Cândito Xavier)
Fonte: www.affeto.com.br
Abraços
Sergio, japinha
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- segunda, 15 de setembro de 2008 - 12:12
Lealdade Feminina
Durante a Idade Média, no ano de 1141, na Alemanha, Wolf, o Duque da Bavária estava cercado em seu castelo pelos exércitos de Frederick, Duque da Suábia, e de seu irmão Konrad.
O cerco vinha de muito tempo, e Wolf sabia que a rendição era inevitável. Mensageiros iam e vinham, levando propostas de acordo, condições e decisões.
Derrotados, Wolf e seus aliados estavam dispostos a entregar o castelo ao pior inimigo.
Mas as mulheres desses homens não estavam nem um pouco preparadas para a derrota.
Enviaram uma mensagem a Konrad, irmão do duque inimigo, pedindo a promessa de salvo-conduto para todas as mulheres das cercanias do castelo e permissão para que elas levassem todos os bens que pudessem carregar.
A permissão foi concedida e os portões do castelo se abriram.
As mulheres foram saindo, levando consigo estranha carga.
Não traziam ouro ou jóias. Cada uma vinha curvada sob o peso do marido, na esperança de salvá-lo da vingança dos inimigos vitoriosos.
Dizem que Konrad, bom e piedoso de fato, comoveu-se até às lágrimas diante daquela atitude extraordinária.
Apressou-se em garantir a liberdade às mulheres e segurança aos maridos.
Convidou a todos para um grande banquete e fez um acordo de paz com o duque da Bavária em termos mais favoráveis que o esperado.
Desde então o monte onde estava situado o castelo passou a ser chamado de "lealdade feminina".
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As mulheres, desconhecendo a força de que são portadoras, muitas vezes saem a campo para disputar forças com os homens.
Desconhecem que, no dia em que quiserem, mudarão o mundo.
À mulher cabe uma importante quota de contribuição com a obra de Deus, oferecendo a sua sensibilidade e a sua inteligência em favor da vida, uma vez que cabe a ela o conduzimento dos homens, dando-lhes as primeiras noções de vida.
continua
Escrito por:
- Sergio Takashi .
- proprietario - Tupã/SP da Lanchonete e Sorveteria
- segunda, 15 de setembro de 2008 - 12:20
continuação
Assim, se estas mulheres resolvessem mudar a sociedade, bastaria tomar as mãos do homem, ainda criança, e fazer dele um homem justo, um homem de bem.
Mas para que isso aconteça, é preciso que todos, homens e mulheres tomem consciência da sua missão na face da terra, que está muito além da disputa de forças e de conquistas de bens materiais.
Um dia, um casal discutia sobre os problemas domésticos. Em determinado momento estavam disputando quem representava o cabeça do casal. Isso era quando ainda existia na legislação brasileira esse papel.
Após alguns argumentos, a mulher falou com muita sabedoria: de fato você é o cabeça perante a lei, mas eu sou o pescoço, e se eu amanhecer com torcicolo você estará com dificuldades, pois perderá totalmente os movimentos.
Todos riram e o assunto ficou encerrado.
Todos nós, homens e mulheres, somos filhos de Deus criados para a perfeição.
Se temos que disputar alguma posição, que seja a de mais servir ao criador com coragem e disposição.
Autor:
Equipe de Redação do Momento Espírita, com base em história adaptada do Livro das Virtudes II, pág. 460 e no cap. 13 do livro Vereda Familiar, ed. Fráter.
Abraços
Sergio, japinha
Escrito por:
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- segunda, 15 de setembro de 2008 - 12:22
Rápida Passagem
Conta-se que no século passado, um turista americano foi à cidade do Cairo, no Egito. Seu objetivo era visitar um famoso rabino. O turista ficou surpreso ao ver que o rabino morava num quarto simples, cheio de livros. As únicas peças de mobília eram uma mesa e um banco.
Onde estão os seus móveis? Perguntou o turista.
E o rabino, bem depressa, perguntou também:
Onde estão os seus?
Os meus? Disse o turista. Mas eu estou aqui de passagem.
Eu também. Falou o rabino.
A vida na Terra é somente uma passagem. No entanto, vivemos como se fôssemos ficar aqui eternamente.
A grande preocupação é amontoar coisas. São casas na cidade, na praia, no campo, no exterior.
Vários carros de cores, marcas e potências diferentes, para ocasiões diversas. Inúmeras roupas, dezenas de calçados, prédios, terrenos, jóias. Quanto mais se possui, mais se deseja.
Justo que o homem anseie pela casa confortável, vestimenta adequada à estação, boa alimentação.
Tudo isto faz parte da vida material. São coisas necessárias para nos manter e podermos gozar de relativa segurança.
Entretanto, por que ajuntar tantas coisas, utilizando um tempo enorme em trabalho constante, sem nos preocuparmos com a vida do espírito?
De um modo geral, afirmamos que não temos tempo para orar, para ler e estudar a respeito do mundo espiritual, do porque nascemos e vivemos.
Nossa preocupação é exclusivamente no campo profissional, para ter sucesso, ganhar sempre mais.
Esta maneira de pensar é tão forte em nós que, ao auxiliarmos nossos filhos a se decidirem por esta ou aquela profissão, costumeiramente sugerimos que eles escolham a mais rendosa. Aquela profissão que, num tempo muito curto, trará excelente retorno.
Preocupamo-nos com as notas da escola, com seu desempenho nos esportes, nas artes.
continua
Escrito por:
- Sergio Takashi .
- proprietario - Tupã/SP da Lanchonete e Sorveteria
- terça, 16 de setembro de 2008 - 14:01
