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PROFISSIONAIS VERSÁTEIS FAZEM A DIFERENÇA

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Você faz a diferença?

Onde?
Como?
Quando?

Vitor Marques

Escrito por:

Vitor M.
Diretor - Gestão de Pessoas da MÉRHITO
quarta, 05 de novembro de 2008 - 21:01
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Vitor concordo com você quando diz que os profissionais versáteis devem valer peso de ouro nas organizações mas, é bom ressaltar aqui que até eles serem "descobertos" como GRANDES TALENTOS no mercado, passam por inúmeras situações que contradizem esta nossa afirmativa, por exemplo os seguinte rótulos:

1) Em entrevista com alguns selecionadores, são questionados da seguinte forma: "Verifico aqui uma gama de conhecimentos muito ampla, no que de fato deseja focar?"

   Alguns selecionadores míopes, não enxergam o valor da versatilidade profissional e da capacidade daqueles atuam profissionalmente, com eficiência e eficácia de modo simultâneo em várias áreas;

2) "O profissional que faz "tudo" não faz nada bem feito..."

Muitas vezes, o fazer a diferença é ser considerado "diferente" e não valorizado...só lamento que isto ainda ocorra com frequencia e só posso
APLAUDIR quem COMO VOCÊ DESTACA ESTE VALOR!!!

Escrito por:

Maria Tereza .
Coach da Buffet de Idéias
quarta, 05 de novembro de 2008 - 22:15
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Também acho importante a habilidade e o desenvolvimento dessa habilidade de contornar obstáculos e treinar pra se adaptar ao imprevisto. É nessas horas que se percebe a real inteligência e competência do profissional.

Muito bom o tema!

beijinhos

Escrito por:

Tania M.
psicóloga e escritora
quinta, 06 de novembro de 2008 - 12:58
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Olá Vitor,do meu angulo de visão,a classe empresarial não está preparada para lidar com o profissional versatil,o inteligente.Pra muitos; o funcionario se assemelha a uma laranja,onde se extrai o suco e joga se fora o bagaço.
So resta o caminho ao microempresariado,que por não haver nenhum apoio,apesar ,das propagandas afirmando o contrario,o grande ex-futuro grande funcionario,está condenado a nadar até a praia,se tiver folego retornará.Mas na maioria dos casos,prefere garantir o leite do bebe a se debater com um mercado de terceiro mundo.

Escrito por:

wlamir s.
técnico
quinta, 06 de novembro de 2008 - 21:21
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