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CIRANDA PELA ECOLOGIA E PELA VIDA - INCAPAZ.

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   NOSSO PLANETA

Que coisa feia menino!
Que coisa feia menina!
Você aí assistindo
Ao planeta poluindo
Sem fazer nem uma rima.

É tanto lixo no mar
Tanta mata devastada
Tanta impureza no ar
Tanta gente a se calar
Fingindo que não vê nada.

Tanta fauna e tanta flora
Perecendo nas queimadas
Nos casacos das senhoras
( Um tal de mata e esfola)
A pele da bicharada .

E nossa casa, coitada,
Desmorona a cada dia
Em cada rua asfaltada
impermeabilizada
Mais um problema se cria

Aquecimento global?
O que mais você queria?
O homem irracional
Buscando o vil metal
Mata a terra todo dia.

Que se dane o futuro!
Até lá eu já morri!
Fala assim o queixo duro
(Em seu egoísmo puro)
E das desgraças sorri.

Tem gente até trabalhando
Com garra e seriedade
Mas tem gente só usando
A faixa e aproveitando
Pra ter popularidade.

Cada um é responsável
Por fazer o seu quinhão
Tornar o mundo agradável
E ao menos habitável
Pra próxima geração

Não desmate, não agrida
A natureza num todo
Respeite as formas de vida
E à água tão querida
não transforme em sujo lodo.

Vem conosco nesta luta
Vamos juntos dar as mãos
Já chega de tolas disputas
Pois quem as forças ajunta
Sinergiza a união.

Façamos uma corrente
Cada qual do seu jeitinho
Uma corrente pra frente
pois unidos, certamente,
podemos mais que sozinhos.

Jorge Linhaça.

Escrito por:

Maria Antônia B.
professora secundária
domingo, 23 de novembro de 2008 - 21:36
responder tópico

   Recebi e estou repassando:


   AS ENCHENTES E A SECA.
Jorge Linhaça

Vivemos o contraste dos opostos dentro do mesmo país.
No nordeste decreta-se calamidade pública em várias cidades de vários estados por absoluta falta de chuvas.
A terra ressequida não permite plantar, a criação e mesmo pessoas adoecem e morrer por falta d'água.
No Sudeste e no Sul do país, a tragédia é justamente o oposto: o excesso de chuvas causa morte e destruição em vários estados.
Nenhum dos dois fatos é uma novidade, pelo contrário, repetem-se ano após ano com maior ou menor intensidade.
Na hora da tragédia a solidariedade se manifesta de várias maneiras voltando-se para onde a mídia aponta.
Difícil é estabelecer parâmetros sobre o que seja mais necessário , mais urgente, mais importante.
Por um lado as enchente deixam milhares de desabrigados, isolam cidades destroem o patrimônio público e particular.
Quando ela chega deixa um rastro de destruição quase que imediato.Pessoas são arrastadas pela força da água, as encostas cedem causando mortes e desabrigo.As imagens chocam, principalmente, porque em poucos dias a tragédia está montada.
Do outro lado a seca:
A tragédia vem lenta, nada da força destrutiva concentrada em alguns dias ou semanas, a agonia do povo parece não ter fim, a água vai secando nas cisternas, nos açudes, a chuva esperada não vem, a água para beber é racionada aos goles.
O chão seco e o sol escaldante minam as forças, o alimento vai rareando a cada dia, a criação morre e a tragédia se estende por meses a fio.
O impacto das imagens já não impressiona, sertão é sertão.
Soluções para ambas as crises ?
Entra ano e sai ano e nada, entra década e sai década e nada.Muito se fala e pouco se faz para solucionar realmente os problemas.
Estive aqui pensando sobre meus irmãos dos outros estados que sofrem com esses problemas.

(cont.)

Escrito por:

Maria Antônia B.
professora secundária
sexta, 28 de novembro de 2008 - 19:28
responder tópico

(cont.)

Enchente eu já encarei na minha São Paulo, nada tão grave quanto o que ocorre em Santa Catarina hoje, mas sei o que é o desespero das pessoas ao perderem tudo que levaram anos para conseguir em termos de bens materiais, não que eu mesmo tenha perdido, nesse ponto sempre dei muita sorte, mas já tive a oportunidade de ajudar amigos a retirarem a lama de suas casas quando a água baixou. O quadro dantesco de móveis empilhados no meio da rua,cobertos de lama não é, para mim, simples foto de jornal.
Já a seca nunca presenciei de verdade, nunca senti ,na pele, essa lenta agonia à qual o sertanejo está sujeito ano pós ano.
Pensando sobre tudo isso e buscando ser "prático" lembrei-me de que em nosso país se criam tubulações de gás que atravessam estados inteiros, oleodutos também.
Fiquei aqui imaginando o seguinte...é fato público e notório que todos os anos, com maior ou menor intensidade, o quadro se repete, alguns estados sofrem com a força das chuvas excessivas e outros com a falta da mesma.
Oras, se pode-se investir em tecnologia para perfurar-se poços de petróleo em profundidades de quilômetros no fundo do mar, se investe-se em tecnologia para fazer oleodutos e gasodutos capazes de atravessar cidade e estados, por que não se investe em aquedutos? Não sou engenheiro e é claro que não saberia, aqui, entrar em detalhes técnicos quanto a isso, mas parece-me que não
é uma idéia tão absurda imaginar que a criação de tais "encanamentos gigantes" poderiam solucionar dois problemas de uma só vez,a água excedente em determinado lugar seria bombeada para onde ela faz falta.
Sei que pode parecer loucura acreditar que a água da chuva do RS e Santa Catarina pudesse ser enviada dessa maneira para o sertão nordestino, tudo bem, sejamos "econômicos", regionalizemos os "aquedutos"...Espirito Santo, São Paulo, Minas, Rio de Janeiro sempre sofrem com as enchente...são mais perto.
Mas e Santa Catarina e o RS?

(cont.)

Escrito por:

Maria Antônia B.
professora secundária
sexta, 28 de novembro de 2008 - 19:38
responder tópico

(cont.)

Bem. a solução continua sendo a mesma, criar condições para bombear o excesso de água para algum lugar, nem que seja para o mar.
Nossa Linhaça, você deve ser louco, se isso fosse viável alguém já teria pensado nisso...!
Provavelmente alguém já pensou, não sou nenhum gênio ou salvador da humanidade, resta saber porque não foi feito. Posso até imaginar os porquês:
   Um gasoduto ou um oleoduto, por mais dispendiosos que sejam, geram lucro, transportam materiais que se transformam em dinheiro.
   Os aquedutos que proponho são investimentos a fundo perdido, ou seja, serviriam "apenas para salvar vidas" e isso não dá "lucro" financeiro.
   Além disso, só apareceriam na mídia quando fossem inaugurados e quem sabe no primeiro ano em que surtissem efeito.Seriam logo esquecidos.
AH, mais isso implicaria em investimento e trabalho de anos...verdade ? Pode até ser que sim, mas quantas vidas seriam salvas ? Quantos patrimônios seriam preservados ? Quantas cidades "renasceriam"? Quanto se economizaria em reconstruções? O único problema que vejo, além da falta de vontade de se investir na vida, é que provavelmente alguém iria querer lucrar com isso.
Vampiros não faltam por este mundo afora, prontos para lucrar com tragédias pessoais.
Já que as mentes privilegiadas deste país não se importam em buscar soluções para estes problemas, ao menos eu me dou o direito de fazer sugestões.Às vezes as coisas mais simples são as soluções mais eficazes.
E você? Sugere o que?

Devaneios à parte, estamos presentes com nossos irmãos das áreas afetadas pelas enchente e pela seca,e quem puder, continue a enviar as suas contribuições para as áreas atingidas, colaborando com a defesa civil.

Jorge Linhaça

Defesa Civil recebe doações em dinheiro para auxiliar atingidos pela enchente em SC.Interessados podem contribuir com depósitos no Banco do Brasil ou no Besc.

Escrito por:

Maria Antônia B.
professora secundária
sexta, 28 de novembro de 2008 - 19:48
responder tópico

Matéria publicada 05.6

Hoje é 5 de Junho e comemora-se o Dia do Meio Ambiente e devemos aproveitar este dia para fazermos algo em favor da natureza. Cabe a cada um de nós tomar iniciativas para melhorar o planeta e o futuro das pessoas que ainda vão nascer.

Vamos aproveitar este dia e listar algumas ações que podemos fazer para colaborar na preservação do meio ambiente. Se todo mundo fizer um pouquinho, com certeza vamos reverter o impacto negativo dos últimos anos.

Economize Energia - desligue as luzes ao sair do seu quarto, sala ou cozinha, também dedique dias da semana para passar roupas, utilize o ar condicionado e o micro-ondas com moderação,desligue aparelhos eletrônicos, não deixe a televisão, rádio ou computador ligado caso não esteja sendo utilizado.

Economize Água e Energia - dedique dias da semana para lavar a roupa. Assim você utiliza a máquina de lavar em sua capacidade máxima, economizando energia e água ao mesmo tempo. Não deixe torneiras e mangueiras com vazamentos, pois além de pagarmos mais caro por isto estamos dispediçando algo que fará falta no futuro. Devemos tratar a água como uma fonte natural esgotável.

Coleta seletiva - tenha uma atitude bacana. Programe a coleta seletiva na sua casa. É muito fácil, basta separar os lixos em: material orgânico, papel, metal, vidro e plástico. Desta forma, você estará fazendo uma grande contribuição à mãe natureza, já que este material será reciclado, ou seja, será reaproveitado para a fabricação de novos produtos.

Transportes - as emissões de gases emitidos pelos transportes é muito nociva para a nossa atmosfera. Mas podemos tomar algumas atitudes para contribuir na diminuição da emissão de gases. Devemos utilizar os transportes coletivos é sempre mais saudável para o planeta. Por isto, quanto mais gente utilizar um mesmo veículo melhor.


Escrito por:

Antonio Donizete Car S.
Comerciante
sexta, 28 de novembro de 2008 - 21:53
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http://pescacomigo.blogspot.com/search/label/Meio%20Ambiente
Agrotôxicos - plante e cultive produtos sem agrotôxicos e estimule atividades ecologicamente corretas. Ao ir ao supermercados de preferência a produtos orgânicos preservando a natureza e a saúde.

O Brasil é um país privilegiado em termos de riquezas naturais, más desde sua colonização o país vem sendo explorado em suas riquezas pelos estrangeiros como o Pau-Brasil, o mogno, a peroba e diversos madeiras, ouro, plantas, pássaros, animais que são exportados de forma ilegal para enfeitar os palácios da nobreza européia.

Entretanto nos últimos anos estamos vendo surgir no cenário nacional personalidades como Chico Mendes, a ex-ministra do meio ambiente Marina Silva, que tem travado uma luta incansável em busca de ferramentas de identificação dos criminosos contra a natureza.

Tem razão do mundo estar com os olhos voltados para nosso país com muita curiosidade de como vamos administrar nossa casa. Todos os países desenvolvidos aumentaram suas riquezas em detrimento da natureza. Abaixo alguns dos bens mais preciosos que temos e que matém a cobiça dos invejosos:

Floresta Amazônica, Mata Atlântica, Mata das Araucárias e dos Pinhais , Pantanal, Rio Amazonas, Rio São Francisco, Rio Negro, Rio Madeira, Rio Paraná, Rio Uruguai, Rio Paraguai, Rio Miranda, Rio São Lourenço, Rio Negro, Rio Tapajós, Rio Xingú, Rio Tocantins, Rio Araguaia, Rio Parnaíba, Rio Paranapanema, Rio Iguaçú etc.

Biodiversidade - o Brasil é o país de maior biodiversidade do mundo.A Floresta Amazônica é o maior celeiro e biodiversidade da Terra, e boa parte das espécies ainda é desconhecida.

Economia brasileira - a economia brasileira atual está baseada na agricultura e na oferta de alimentos. (algodão, arroz, café, cana-de-açúcar, laranja, soja), pecuária (bovinos, suínos, ovinos, aves), pesca, mineração (bauxita, ferro, manganês, ouro), indústria (de transformação, de bens de consumo e bens duráveis). O Brasil é grande exportador de minérios de

Escrito por:

Antonio Donizete Car S.
Comerciante
sexta, 28 de novembro de 2008 - 21:55
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Gina, obrigada, pois o retorno é sempre importante e acrescenta; sabemos da colaboração da população, apenas não como poderíamos amenizar tais catástrofes, através de medidas de técnicos, no assunto, como afirma o professor Linhaça. Será que estamos querendo algo que não existe, ainda? Fazer uso da tecnologia para prevenir tais tragédias? Não há como, ainda? Que tecnologia é essa que gasta zilhões com política, cientistas enlouquecidos em chegar não sei onde, e não resolve os problemas básicos da humanidade? Um abraço. Maria Antônia.

Escrito por:

Maria Antônia B.
professora secundária
sexta, 28 de novembro de 2008 - 22:24
responder tópico

Antonio Donizete, obrigada pelas informações, pois é disso que estamos precisando, material pensante e temas relevantes. Maria Antônia.

Escrito por:

Maria Antônia B.
professora secundária
sexta, 28 de novembro de 2008 - 22:49
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Olá, amigos, agregando mais uma reflexão que se faz presente, recebi e repasso,

   Nossos tempos não andam parcos para quem tem a página em branco diante de si. Quero lembrar disso quando estiver sem assunto... Mais vale quebrar a cabeça atrás de algo que valha a pena ser lido, do que ficar assim como estou, diante de tantas coisas angustiantes para comentar.

Ao sentar diante do teclado, ocorreu-me falar sobre o empréstimo feito pela Petrobrás, que a senhora Dilma Roussef crê ser a coisa mais natural do mundo! A empresa precisa pagar impostos, não tem problema algum, faz um empréstimo, paga o que deve, e depois paga o empréstimo. E, pergunta a ministra em tom impaciente, %Co sonho de qualquer banco é emprestar para a Petrobrás! Qual o problema?%D Responder o quê, sem ser descortês com a ministra?

Em seguida, pensei no deputado Paulo Paim. Ele pede algum absurdo? Pede alguma coisa que vá de encontro aos interesses maiores do Brasil? Luta por algum bandido, campeia por alguma causa menos nobre, por uma negociata que vá favorecer um grupo ou dois? Não, ele pede que os aposentados recebam o que lhes é devido. Só isso. Que recebam de acordo com o que descontaram ao longo de suas vidas. Disseram que para atender aos seus propósitos, seria necessário fundar outra República...

Também pensei na revoltante incapacidade de nossos homens públicos em aceitar o óbvio: do que precisamos é de escolas para crianças e jovens, escolas e professores. De erradicar a maior mancha em nossa vida, o analfabetismo, que é crescente e que não parece querer desaparecer como por encanto... Alfabetizar, é esse o segredo do sucesso que pode ou não terminar na Universidade. Ser Doutor não é vital, ser Alfabetizado, é.

Mas nada é mais premente ou sofrido do que a tragédia que se abateu sobre Santa Catarina. Dói ver as imagens que desfilam diante de nossos olhos, sentados diante da TV. E lá, o que será que sentem aqueles que estão sendo martirizados?"

Noblat.

Escrito por:

Maria Antônia B.
professora secundária
sábado, 29 de novembro de 2008 - 15:29
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Mais uma reflexão que partilho,

   DIOGO MAINARDI - 2 789 toques.

"Para o colunista, o essencial é eliminar qualquer sombra de ambigüidade. Dou um jeito de solucionar a crise da economia mundial numa única coluna, com um único argumento. Paul Krugman também"

Paul Krugman, o Nobel de Economia, recomenda gastar alopradamente. Eu recomendo o oposto: cortar gastos alopradamente. Quem está certo? O Nobel de Economia ou o Jabuti de 1990?

Paul Krugman é colunista do New York Times. Eu sei o que acontece com ele, porque é o mesmo que acontece comigo. Uma coluna tem mecanismos próprios. A gente aprende a esgotar todos os assuntos numa tacada só, limitando-os a um determinado número de toques. Meus pensamentos restringem-se a 2 789 toques. Menos do que isso, me embanano. Mais do que isso, eu murcho. O assunto pode ser Aristóteles ou uma torneira gotejante na pia do banheiro: o que tenho a dizer sobre eles se encerra rigorosamente depois de 2.789 toques. Para o colunista, o essencial é eliminar qualquer sombra de ambigüidade. Dou um jeito de solucionar a crise da economia mundial numa única coluna, com um único argumento. Paul Krugman também. Um colunista é um Cafuringa, que corre olhando para a bola até sair pela linha de fundo. Daí a receita peremptória do Nobel de Economia: gastar alopradamente. Daí a receita peremptória do gordinho indolente: cortar gastos alopradamente. Quem está certo? Nenhum dos dois. Um colunista nunca pode estar certo.

Em outubro, num artigo sobre o estado calamitoso da economia americana, Paul Krugman afirmou: "Somos todos brasileiros". Ele se referia ao fato de agora os Estados Unidos sofrerem o contágio dos mercados, como um país do Terceiro Mundo, como o Brasil. Se os Estados Unidos real-mente se transformaram num Brasil, Paul Krugman, com seus planos espalhafatosos, é o Luiz Gonzaga Belluzzo deles. E os brasileiros sabem que um Luiz Gonzaga Belluzzo sempre acaba encontrando seu Dilson Funaro.

(cont.)

Escrito por:

Maria Antônia B.
professora secundária
sábado, 29 de novembro de 2008 - 15:44
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