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A mulher de quarenta: sua sexualidade e seus afetos

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40 50anos

Participando de um site da mulher, li a matéria que se segue e achei muito legal. Inclusive sobre o livro.

Ao iniciar a travessia pelos ‘enta’ a mulher experimenta sensações parecidas com as de uma adolescente: medo, ansiedade, mudanças hormonais e descobertas são elementos constantes da mulher de quarenta.
E o mais importante: esse período pode ser propício para descobertas, riscos e ousadia.
Se quando adolescente a mulher se vê com muitas expectativas, com mais idade ela pode fazer um balanço de sua vida e mais consciente fazer não só de seu futuro como de seu presente terreno fértil para possibilidades. Desse universo trata o livro A mulher de quarenta anos: sua sexualidade e seus afetos, de Regina Beatriz de Resende Silva, que chega ao mercado pela Gutenberg Editora.
Atual, o livro fala de como é ser mulher na contemporaneidade. A mulher conquistou mais espaço no mercado de trabalho, mais cadeiras nas salas de aula, mais cargos. Amante, esposa, funcionária, empresária, mãe, filha, irmã, amiga, dona-de-casa, mas acima de tudo mulher.
Como é ser mulher aos quarenta?
Temas como maternidade tardia, reposição hormonal, relação com o ginecologista, histórico de conquistas, relação trabalho X maternidade são tratados no livro, bem como a questão da independência dos filhos e adoecimento dos pais.
Porém, o objetivo é saber como está a sexualidade e os afetos dessa mulher. Ou melhor, dessas mulheres, das várias que existem com suas especificidades, suas histórias, suas perdas, frustrações e conquistas.
A vida é feita de perdas e escolhas.
É assim em qualquer idade.
Porém, aos quarenta o corpo muda, as alterações hormonais influenciam no humor, nas relações com o outro, com o espelho e consigo.

Escrito por:

Maria C.
ATUALMENTE APOSENTADA da Ministério da Saúde
sexta, 13 de outubro de 2006 - 14:03
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continua(fl. 02)

O climatério e a menopausa são processos naturais a qualquer mulher, mas trazem ansiedades e inseguranças além de algumas alterações físicas. A cobrança pela perfeição, pelo corpo esbelto, pela supermulher podem fazer com que ela se esqueça de olhar para si.
Por que falar da sexualidade?
Sexualidade abriga sentimentos, percepções, medos, inseguranças e escolhas. E não é de hoje que sabemos que uma vida afetiva precária, sem a manifestação dos desejos, sem diálogo com o companheiro, sem aceitação de suas condições pode comprometer o organismo.
Um dos diferenciais deste livro é a quantidade de depoimentos que apresenta. Além dos relatos de experiência de várias mulheres, o livro traz depoimentos de vários ginecologistas e o prefácio do médico, sexólogo e membro da Academia Internacional de Sexologia Médica, Gerson Lopes.

Como comprar: 0800 28 31 322 ou www.autenticaeditora.com.br

Autor : Andréia Vitório

Escrito por:

Maria C.
ATUALMENTE APOSENTADA da Ministério da Saúde
sexta, 13 de outubro de 2006 - 14:04
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Oi Maria,
Excelente matéria! Sempre procurei estar atualizada, em matéria de assunto que diz respeito ao meu corpo, transformação, etc... A médica com quem me consulto, é muito mais que médica, pra mim - é amiga, confidente, conselheira... Com ela discuto abertamente o que me é 'receitado'. Tenho a liberdade, dada por ela, claro, se acato ou não uma medicação, um tratamento ... Desde que não comprometa o nome dela, como profissional, entende?

Com o marido, parceiro, namorado, amante - que situação seja vivida, da mesma forma, é preciso que se viva uma relação aberta, sincera, sem medo, sem fingimento ou falsidade... Cada etapa da nossa vida, tem as suas características especiais, então,não há porquê tentar'fazer de conta' que uma mulher (assim o homem...) vive uma vida sexual 'exatamente igual', em todas as idades... Seria, no mínimo, tentar se enganar. Eu considero,e vivo, cada fase com intensidade. Graças a Deus, não tenho maiores problemas de saúde. E, a minha relação com meu marido considero excelente.

Engraçado, para mim a maturidade me deixa plena... Sou uma mulher feliz. Mãe de filhos maravilhosos, avó de netos lindos, profissional comprometida... Só tenho a agradecer a Deus, por tanto que tenho recebido!!! Sempre procurei me trabalhar, com relação aos anseios, medos e inseguranças... Não é que nunca os tenha tido...

Caminho para a velhice sem medo... Qaundo ela chegar, certamente, será bem-vinda. Meus anos (em todas as etapas) foram bem-vividos!!! Sexualidade e afetos bem resolvidos!!!

Escrito por:

Graça M.
Assistente Social
sexta, 13 de outubro de 2006 - 23:28
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Graça, alem da verdade que temos que trazer, temos que ser clara e você foi clara em seu depoimento.
Então eu acho que, por você ser sincera o tempo todo de sua vida você conquistou tudo de bom para usufruir no futuro. Por isso eu lhe admiro por depor que "... Caminho para a velhice sem medo... Qaundo ela chegar, certamente, será bem-vinda. Meus anos (em todas as etapas) foram bem-vividos!!! Sexualidade e afetos bem resolvidos!!!"

Abraços Maria

Escrito por:

Maria C.
ATUALMENTE APOSENTADA da Ministério da Saúde
sábado, 14 de outubro de 2006 - 14:44
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Olá pessoal!
Eu li uma entrevista de Arnaldo Jabor, na revista Cláudia deste mês e ele diz em sua entrevista que anda perplexo diante das mulheres.

Vale a pena ler sua entrevista. A mesma está postada na Comunidade Super Interessante.

Mas eu não poderia deixar de pedir que lessem sobre as mulheres de trinta, também de Arnaldo Jabor, postado aqui na syxt.

Abraços a todos.

Escrito por:

Maria C.
ATUALMENTE APOSENTADA da Ministério da Saúde
sábado, 14 de outubro de 2006 - 15:38
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Oi Maria,

Obrigada pelas palavras de admiração mas, eu sou assim mesmo - aberta, transparente, sincera... e alegre. Claro que tenho meus momentos de 'névoas'... quem não os tem?! Mas, procuro resolvê-los rapidamente. Às vezes brinco e digo que nunca me permiti ter TPM.

Um bom domingo pra você.
Abraços,

Graça

Escrito por:

Graça M.
Assistente Social
domingo, 15 de outubro de 2006 - 00:49
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Concordo com tds vcs, e reforço o q a Graça escreveu: na maturidade q estou me sentindo + plena! viva os "enta"!!!!

Escrito por:

Ana Maria M.
Assistente Administrativa
terça, 02 de outubro de 2007 - 17:33
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Olá, Maria!
Parece que inauguro o depoimento dos homens, que também passam por questionamentos. No nosso caso acho que é mais por volta dos 50. Agora estou repensando minha vida profissional e efetuando mudanças na medida do possível. Estou casado há mais de 20 anos, com a mesma mulher e não troco nem por música do meu tempo, quanto mais por forró, rsrs. Mas entendo a 'repensada' do colega aí que a Rosemar colocou. Todos(as) temos direito a mudar de opinião. Isto não é fácil, envolve sofrimento, e as vezes magoamos outras pessoas. Um abraço - Arnaldo

Escrito por:

Arnaldo T.
gerente
domingo, 16 de dezembro de 2007 - 10:17
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Arnaldo, maravilhoso a participação de um home neste tópico.
Acredito que os homens tem participado bastante nos assuntos femininos. Eles também fazem parte das nossas mudanças. Particularmente é o que penso.

Ontem eu fiquei encantada com a coragem de uma mulher que passou no vestibular, para direito e ela tem 90 anos. Então eu penso que não tem mulher de 30-40 anos, tem sim mulhres que vivem intensamente seus momentos e suas oportunidades.

Eu até me senti um tanto acorvadada diante desta notícia, porque estou há anos querendo fazer vestibular e não me sinto motivada. Logo vem esta notícia encantável e aí vibro por dentor e me encho de energias.

Obrigada pelo seu depoimento, Maria

Escrito por:

Maria C.
ATUALMENTE APOSENTADA da Ministério da Saúde
domingo, 16 de dezembro de 2007 - 17:32
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Queridos,
Cheguei ao 40 no ano que passou e percebo que me sinto muito mais feliz hoje do que há vinte anos. Sinto-me segura, bonita, forte, mulher, guerreira... coisas que ainda não reconhecia em mim aos 20 anos e que me fazem uma pessoa melhor e mais feliz hoje.
Quanto à aparência, não me preocupo com as rugas, que nem sonharam em aparecer. Espero por elas como esperei pelo crescimento dos meus seios na adolescência, mas espero que elas cheguem bem mais fartas que meus seios... rsrs. Ou seja, quero viver muito!!!!
Voltei a estudar depois de 18 anos parada: estou fazendo uma pós em Língua Portuguesa. Não há demérito nenhum em ser uma das mais "idosas" da sala, pelo contrário - nós, mulheres maduras, temos muito a contribuir em sala de aula, como também muito a aprender com os mais jovens.
Sou solteira e não tenho filhos, mas procuro viver a vida sem achar que os caminhos são os mesmos para todos, sem aceitar que haja um script estabelecido para a vida: casar, ter filhos... Cada vida é única! Nada de sofrer, jogar a felicidade na responsabilidade de outro ser que nem existe em minha vida! Não que essas coisas não me façam falta, que às vezes não me sinta só... Mas creio que nada é só positivo e que sempre falta alguma coisa, não? Com certeza a liberdade que tenho falta para alguns, por exemplo. Posso dar-me ao luxo de decidir uma viagem de repente e me ver acampando no litoral da Bahia em pleno Ano Novo. Não é o máximo? Simplesmente pego uma mochila e vou!
Busco ser feliz com o que tenho, com o que a vida me dá, e caminhar aberta às mudanças, aos novos ciclos.
Abraços.


Atualizada em: Thursday, 10 January, 2008 - 23:44
Atualizada em: Friday, 11 January, 2008 - 13:21

Escrito por:

Esther .
Revisora de Textos/Profa. PLE
quinta, 10 de janeiro de 2008 - 23:41
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