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Não é fácil lidar com uma crítica. Por mais objetiva que ela seja, sempre mexe com nossos sentimentos e tendemos a adotar uma posição defensiva. Uma oportunidade de diálogo se torna uma altercação improdutiva. Minha estratégia hoje é ouvir a crítica, solicitar esclarecimentos e deixar qualquer resposta para outra hora ou outro dia, quando meus sentimentos se acalmarem e me sentir mais seguro e objetivo.

Num mundo competitivo, somos amestrados a dar respostas rápidas e incisivas, mas nem sempre esta é a atitude mais inteligente.


Link externo: Crítica: como lidar com ela?

Escrito por:

Jairo S.
Sócio Diretor da Siqueira Consultoria Empresarial Ltda
quinta, 21 de maio de 2009 - 19:57
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Temos que saber lidar com a crítica construtiva de maneira a retirarmos dela os ensinamentos que nos possam ser úteis. A critíca destrutiva deve ser rebatida de maneira a transmitirmos os nossos pontos de vista e explicarmos porque achamos essa critica errada e ineficaz. O difícil está na maior parte das vezes em distinguir os dois tipos de critíca.
Uma saúdação amiga para a Selma.

Escrito por:

Eurico C.
Administrador da Bindcity
sexta, 22 de maio de 2009 - 06:45
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Importante é compreender o significado da crítica e por isso temos que ver o processo todo.
Quem critica: há várias razões de por que a pessoa critica - mexeu com as resistências à mudanças, dificuldade de mudar, de ser contrariado, inveja, medo, ...
Quem é criticado: se se sente ofendido é porque não se conhece e se sentiu menosprezado, ameaçado com a crítica - é tão inseguro que uma crítica pode colocar abaixo um projeto; Se está sosfrendo críticas é porque atingiu o alvo e aí, deve usar de discernimento para avançar ou declinar. Muitos profissionais usam a crítica como meio de medir a aceitação ou não de uma idéia ou projeto.
O melhor que podemos fazer é fazer da crítica um impulso - vento oposto pode te levar para frente, basta que saibas manejar a vela - ela pode ser uma mestra.

Escrito por:

Geime R.
Presidente da www.organismica.com.br
sexta, 22 de maio de 2009 - 13:51
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Recentemente fiz um curso em que me disseram que crítica construtiva não existe.
Quem tem que fazer uma crítica fara de qualquer maneira. Penso que temos que aprender com os erros, e crescer com as críticas, sejam construtivas ou depreciativas.

Abraço

Kênia

Escrito por:

Kenia J.
Arquiteta da KJ Arquitetura e Jardinagem
sexta, 22 de maio de 2009 - 15:55
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Concordo na maioria das vezes, as críticas são depreciativas.
Obg pelo convite
Um Abraço

Escrito por:

Silvia R.
Psicóloga da Prefeitura de São Lourenço da Mata
domingo, 24 de maio de 2009 - 08:27
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Considero a crítica uma avaliação pontual e subjetiva. Ela tende a destruir algo (uma idéia, p.ex) quando existe a dúvida, a insegurança; é considerada e pesada como um julgamento. Mas pode desmontar e proporcionar a possibilidade de reconstruir um fazer, um projeto.

Sempre me pergunto ao ouvir uma: "Esta pessoa tem capacidade de superar-me? Ela dispõe de mais experiência que eu? Que bases sustentam essa crítica?"

Não é fácil, mas é um exercício válido e transformador.

Abração!

Escrito por:

Claudia B.
Estudante
domingo, 24 de maio de 2009 - 21:42
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Cara Selma,
Muito oportuno o tema sugerido. Crítica sempre faz lembrar reação, humildade, gentileza, prestreza e muitas outras qualidades que precisamos ter além de estar preparado tecnicamente seja qual for a atividade que desempenhemos. Na humildade sabemos e podemos pôr em prática, que não sabemos tudo; na gentileza ouvimos com respeito opiniões contrárias, acatêmo-las ou não; na presteza damos vez ao interlocutor, mesmo que seja adversário. Voltaire dizia: "Posso não concordar com nenhuma palavra do que dizeis, mas defenderei até a morte o teu direito de dizê-las". E a reação, que pode ser raivosa, violenta e até silenciosa, para o que Shakespeare dizia: "guardar ressentimento é o mesmo que tomar veneno e esperar que o outro morra". Selma, um grande abraço; é sempre bom receber mensagens suas convidando a leituras e outras atividades desses nossos foruns.

Escrito por:

Walter M.
Editor da Datanorte
sexta, 05 de junho de 2009 - 07:06
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Pode depender do momento de quem é criticado.
A crítica é um discordar de opiniões ou o medo de mudar.
Um novo projeto ou uma nova visão pode acarretar a crítica.
Também o conhecimento, pré julgando o novato no assunto, incapaz de discernir de prováveis falhas de quem já buscou aquele caminho.
Independente do motivo, crítica já está resolvida pelo próprio termo: julgar.
Julgamento quase nunca é favorável a quem propõe, pois poderá quebrar paradigmas.
Assim, sentar e analisar é preciso, para dali não surgir ou dar continuidade a situações de ressentimento e difícil convívio.
Buscar respirar e avaliar, com alguma ajuda para pensar, nunca é menor saída.
Grande abraço e beijos!
MIRIAM

Escrito por:

MIRIAM A.
Autônoma
domingo, 07 de junho de 2009 - 16:15
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Bom dia Selma,na minha opinião a crítica é semelhante ao preconceito;são armas usadas por pessoas que se sentem incapazes e as usam para se alavancar. Não conheço na historia da humanidade,"um grande homem" com tempo pra fazer críticas,enquanto estava ocupado ,ajudando a humanidade.
Pra mim só existe duas maneiras de lidar com ambas :
1- Ouvi-las calado.
2- Esquecer que as ouviu.

Obrigado pelo convite,grande abraço.

Escrito por:

wlamir s.
técnico
segunda, 08 de junho de 2009 - 10:40
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Olá, gostei muito dessa "discussão", vou relatar minha experiência a respeito.

Como qualquer ser humano normal, odeío críticas, mas todas as vezes em que fui criticada (principalmente em questões profissionais), senti-me impulsionada à me superar e tive muito sucesso.

Em questões pessoais é sempre mais complicado, mas também busco o aperfeiçoamento.

Tento identificar as críticas que simplesmente não me acrescentam nada e as ignoro.

Li em algum lugar que as pessoas se têm em altíssima conta e uma crítica pode desestabilizar totalmente suas emoções.

Sugiro aos que se interessarem a leitura do livro: Como fazer amigos e influenciar pessoas, se não me engano há uma menção a questão da crítica.

Val

Escrito por:

Valeria T.
Servidor Público Federal
domingo, 14 de junho de 2009 - 00:06
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