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Boas maneiras nos negócios

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Boas maneiras nos negócios
Na correria do dia-a-dia é comum a gente cometer alguma gafe e não pensar mais no assunto. Pode parecer bobagem, mas convém tomar muito cuidado na maneira como a gente trata as pessoas. Veja se você age assim de vez em quando e saiba como cada uma dessas atitudes é interpretada no mundo dos negócios.

Marcar uma reunião com alguém e deixar a pessoa esperando. Pois é. Com esse comportamento, a pessoa está demonstrando claramente para quem está tomando um chá de cadeira que tem coisas mais importantes para fazer do que atendê-lo. O tempo do visitante não vale nada e o dela é precioso. Os inseguros geralmente usam esse expediente para demonstrar poder, e os desorganizados, para atrapalhar a vida alheia.

Não olhar nos olhos da pessoa com quem se está conversando. Não dá para imaginar coisa pior do que tentar falar com uma pessoa sobre um assunto e ela não lhe dar a menor bola. A conversa é interrompida à toda hora para dar instruções, assinar papéis ou falar no celular (até atender a um engano é mais urgente que ouvir o interlocutor). Não conheço nenhum jeito melhor para humilhar alguém ou fazê-lo se sentir um estorvo.

Pedir uma proposta “para ontem” e não dar nenhum retorno quando a receber. Tem gente que solicita um plano detalhado em regime de urgência, sabe que ocupou bastante tempo de quem o fez, e mesmo assim não se dá nem ao trabalho de responder que recebeu o documento. A pessoa está querendo mostrar que é tão importante e ocupada que não teve tempo de ler a mensagem. O que não explica essa estranha mania de fazer as pessoas de bobas.

Não retornar ligações de alguém que ligou uma ou várias vezes. Esse chato existe com o único intuito de atrapalhar a vida de quem trabalha. Ignorá-lo é o jeito mais eficiente de lhe comunicar isso sem deixar dúvidas. Um raro caso onde não falar nada já diz tudo o que se pensa sobre uma pessoa. O incomunicável só deve rezar para não precisar dela algum dia.

(CONTINUA)

Escrito por:

Adriano R.
Consultor/Vendedor da Clube dos Revendedores
segunda, 02 de agosto de 2010 - 00:08
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Não agradecer favores. Há gente que demanda as mais diversas coisas — pede ajuda em um trabalho, quer bibliografia sobre uma matéria, exige o esclarecimento de alguma dúvida, solicita participação em uma pesquisa, reclama o preenchimento de um questionário — quase sempre alguma tarefa que toma bastante tempo e atenção de quem vai responder. É como se o mundo existisse apenas para servi-lo. Para que acusar o recebimento da resposta ou até mesmo agradecer a gentileza? Gente assoberbada de responsabilidades não tem tempo para essas firulas (ela deve considerar o pessoal que faz favores como um bando de desocupados, né?).

Prometer algo e depois não cumprir. Há quem adore recolher cartões de visitas e prometer que vai entrar em contato depois ou mandar algum material. Essa gente costuma guardar os cartões em algum lugar e abandonar completamente o assunto. É claro que celebridades influentes se esquecem sempre desses detalhes. Elas não têm tempo para essas miudezas, estão preocupadas apenas com grandes realizações.

Fazer um serviço “meia boca” quando fica descontente com o preço acertado. Pois é, pelo que o fulano pagou, o serviço está bom demais. O que ele queria? Que competência e brilhantismo fossem desperdiçados com gente que gosta de pechinchar? A excelência e o profissionalismo de alguns estão reservados somente para quem paga bem e variam com a cara e a carteira do cliente. Qualquer semelhança com oportunismo barato não é mera coincidência.

Tratar fornecedores com displicência. É claro, quem eles pensam que são? O que importa são os clientes potenciais (os que já são “de casa” não precisam de frescuras, eles sabem como se virar). Fornecedores são meros serviçais que deviam dar graças aos céus todos os dias por terem o privilégio de vender para esses executivos tão poderosos e importantes.

(CONTINUA)

Escrito por:

Adriano R.
Consultor/Vendedor da Clube dos Revendedores
segunda, 02 de agosto de 2010 - 00:10
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Criticar os funcionários na frente dos outros. Mão-de-obra, hoje em dia, é um problema, né? Não se pode confiar mesmo nesses cabeças-de-bagre que o chefe crítico cuidadosamente selecionou, treinou e contratou. Além disso, é evidente que a empresa dele está nas mãos de gente incompetente, ele é o único cérebro que funciona lá dentro. Se não fosse a genialidade desse sujeito, a firma já teria ido para o buraco.

Receber um convite e não responder se vai ou não. Pense bem: como é que alguém consegue organizar um evento sem saber quantas pessoas vão? Ainda mais se esse evento inclui comida e bebida? Há pessoas muito desrespeitosas que, além de ignorarem o convite, ainda respondem calmamente, quando interpeladas: “Ah, se der eu dou uma passadinha lá depois”. Tradução: “Estou pouco me lixando para o seu evento – se eu não tiver nada melhor para fazer, apareço para marcar presença”.

Pois é. Esquecer-se de que as nossas atitudes traduzem quem somos e o que pensamos pode ser perigoso. Se você é adepto dessas práticas e ninguém mais quiser fazer negócios com você, não reclame. Não dá para dizer que foi um mal-entendido.

Lígia Fascioni é Engenheira Eletricista, Mestre em Automação e Controle Industrial, Pós-graduada em Marketing e Doutora em Gestão Integrada do Design. Autora do livro \"Quem sua empresa pensa que é?\", é consultora empresarial na área de gestão da identidade corporativa.
www.ligiafascioni.com.br

Fonte: Ligia Fascioni

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Adriano R.
Consultor/Vendedor da Clube dos Revendedores
segunda, 02 de agosto de 2010 - 00:10
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Outra situação que podemos acrescentar ao que a Lígia Fascioni mencionou é o fato que muitos não responder as mensagens que recebem , o interessante é que todo e-mail tem um serviço de resposta automática que poderia ser utilizado a fim de pelo menos dar alguma justificativa , tenho mandado muitos e-mail ., até mesmo de retorno de solicitações de empresas e ninguém tá nem aí , lembro de um caso que só foi ressolvido quando fui na sede da empresa . Cabe então a cada um de nó avaliar o nosso comportamento e verificar aonde podemos demonstrar ainda mais nossas boas maneiras , os outros nós não podemos mudar , mas pelo menos podemos ser bons exemplos. Obrigado mais uma vez.

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Adriano R.
Consultor/Vendedor da Clube dos Revendedores
quarta, 18 de agosto de 2010 - 18:12
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Boas maneiras ao meu ver vem de casa , mas também o ambiente que no cerca nos agrega boas maneiras ou até mesmo tira , aja vista que más associações estragama hábitos útei. Veja um modo de demonstrarmos boas maneiras em nossas comunidades :
1- Ao ler algo que gostou ou não gostou , dê sua opinião
Este aspecto é ter espeito , ademais talvez você não saiba e não vai ser eu que vou lhe contar pelo menos não agora , existe muita coisa envolvida , o jogo é bem maior do que pensamos. Po isso se não vai nen seguer dar sua opinião fica difícil ajudar alguém a ver que pecisa mudar , a idéia é essa ajudar , tem muita gente com conceitos errados ou até mesmo distocidos que podem seim se lapidadas paa melhor po suas obsevações, mas você , ou melhor n´s não queemos nos envolver. Para que sai de minha zona de conforto, para que expor o que eu acho, mas será que eu acho algo , será que já pensei neste assunto e em suas implicações para minha vida , família , futuro , etc... Gente nós estamos aqui para aprender e ensinar e isso todos nós podemos é como eu costumo a dizer: \"\" Algumas coisas nós não podemos fazer nem mudar , mas outras nós podemos.\" Concorda , discorda , não importa o importante é que fale se expresse. Parece aquela história do namoradinho que detesta que sua bela e formosa namorada saia com ele com roupas curtas , decotadas e insinuantes , ele gosta de ver as moças vestidas assim, até vira o olhos ,mas a dele não e ainda ao seu lado, jamais . E

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Adriano R.
Consultor/Vendedor da Clube dos Revendedores
sexta, 20 de agosto de 2010 - 13:58
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E continuando : E lá vão os dois passear , ele bicudo , sem muita conversa, mas não fala nada , não se comunica com a futura mamãe de seus filhinhos . Vamos então encurtar a história e falar de sua moral: o cidadão perdeu a namorada!E ah!! Se ele tivesse falado ela teria acatado as sugestões dele, ela o amava. Moral aqui no nosso caso, vamos nos expressar, pensar mais , meditar e principalmente elogiar os colegas pelas palavras, pela coragem de dizê-las e até mesmo se for o caso contradizê-las , mas ficar calados e nem sequer dize: Ok! Concordo, ou não concordo! Beleza! Legal! Parabéns! O que quer que seja, é lógico de modo decente e coretor!! Isso será uma evolução e uma boa, ou melhor excelente maneira .

Um forte abraço a todos e muito sucesso.

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Adriano R.
Consultor/Vendedor da Clube dos Revendedores
sexta, 20 de agosto de 2010 - 14:16
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A tempos li um artigo também que tratava de negócios/boas maneiras e um dos cinco pontos interessantes que observei foi sobre evitarmos falar mau da concorrência , isso é um boa prática comercial e por que não dizer uma boa maneira que todo profissional de vendas deve ter , ou melhor isso deveria ser extensivo ao nosso dia a dia evitar falar mau dos outros e das empresas de outros , todos temos coisas boas e outras não , agora um ponto do artigo que achei fantástico era que o escritor mencionava em contrapartida a se evitar falar mau da empresa concorrente era que deveríamos cobiçar os seus clientes . Em vendas isso é extremamente importante , é lógico que com boas práticas comerciais e ética , me fez lembrar de um fato verídico envolvendo um corretor de seguros que já atendia um cliente a muitos anos , e esse cliente já estava deveras desgostoso , houve um sinistro e em busca de apoio do seu corretor/consultor ouviu que deveria se virar sozinho. Mas alguém estava de olho naquela conta . Daí outro corretor mais amigo ,atencioso , trouxe a solução que o cliente precisava : preço competitivo aliado ao bom atendimento , ou seja , a cobiça gostosa que citamos anteriormente, nada feliz o perdedor , agora as avessas por ter pedido uma comissão que vinha por anos a base de pouco ou nenhum custo agiu de modo antiético dizendo que o novo seguro que estava sendo feito estava errado ,que não contemplava as coberturas necessárias e que agora daria um desconto. Para encurtar o assunto perdeu o negócio , não praticou boas maneiras e atiçou ainda mais a cobiça salutar por parte do outro concorrente , então cobice sim a carteira da concorrência , mas de modo ético , você pode até não conseguir aquele cliente , mas com certeza sua motivação ficará a mil%.

Escrito por:

Adriano R.
Consultor/Vendedor da Clube dos Revendedores
terça, 24 de agosto de 2010 - 17:22
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