Hiperatividade em Crianças
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É o problema de saúde mental mais frequente em crianças, estima-se que de 3% a 5% das crianças em idade escolar de todo o mundo sofram desse mal, é mais frequente em meninos do que em meninas.
Algumas queixas que os pais nos trazem são: Meu filho não pára\", \"Ele é impossível\", \"Ninguém segura essa bomba\",\"Ele tem duas almas, todas duas de gato\",\"Ele é cheio de problemas\",\"O sistema dele é nervoso\",\" Ele é maluvido\",\"Não aprende porque não presta atenção\",\"Faz tudo e não termina nada\",\"Vive no mundo da lua\",\"Tem a mão furada\".
Claudius Galenus, 200 a.C, médico grego prescrevia ópio para as então chamadas \\\\\\\\\\\\\\\"cólicas infantis\\\\\\\\\\\\\\\", que eram, o que chamamos hoje de impaciência e inquietação.
Atualmente, existem, além da terapia, medicação para o controle da hiperatividade em crianças,a chamada Ritalina e Cloridrato de Metilfenidato, essas obtiveram crescimento de dez por cento de suas vendas, depois que os médicos passaram a prescrevê-las para o controle da hiperatividade em crianças e adolescentes.
Porém, esquecemos de avaliar o que está por trás dessa criança, ou seja, o histórico familiar e a implicação da família nesse contexto.
Cabe ao profissional de saúde orientar a família a propiciar um ambiente de conversa onde:
Tudo possa ser falado incluindo o porquê das restrições que a família faz a criança/adolescente hiperativo,
Não subestimar a criança acreditando que elas não vão sentir as conseqüencias de agressões, - Criar um ambiente onde as crianças possam apreciar a si próprias,
Respeitar as crianças e ensiná-las a respeitarem - se em seus limites,
Falar além da proibição (o que é afinal permitido?),
Não transformar tratamento em castigo.
Para os educadores:
Conhecer seus alunos, estar atento aos seus sinais,
Lembrar que o professor não faz diagnósticos,
Escrito por:
- Silvia R.
- Psicóloga da Prefeitura de São Lourenço da Mata
- domingo, 20 de março de 2011 - 22:03
