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Como Prevenir e/ou Identificar um Comportamento Suicida...

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comportamental

Uma das questóes nunca antiga na Análise do Comportamento (AC) é a Análise Funcional. Nesse sentido, torna-se ameno acreditarmos que uma avaliação minuciosa de uma história de reforçamento pode encaminhar a um comportamento num mínimo disfuncional.
Algumas revistas científicas divulgam gene de suicídio... outras áreas específicas no cérebro... Mas o que nunca fazem é apontar para um alvo que há muito os teóricos humanistas já faziam: focar o sujeito. A única diferença é que na AC há uma organização metodológica e científica dos parâmetros estudados... não devaneando, nem estereotipando (uma vez que na Análise Funcional faz com que o 'técnico' avalie contextualizando). A OMS tem inclusive manuais para intervenção em suicídio para o Clínico Geral... Mas será que esta intervenção se consuma na prática diária do Brasil... ou do Mundo? Na verdade, os profissionais da Saúde Mental deveriam abarcar suas limitações teóricas e fazer ao menos medidas/processos técnicos para que suas práticas se fizessem mais dignas de enquadramento no rol das demais ciências. Não adianta dizermos que as ciências são novas ainda... qe que ainda não tem arcabouço teórico para tal. Fazer isso é se eximir de atribuições inerentes à função covardemente.
Algumas quesões sempre ficam em aberto: Quais os limites da Avaliação da AC nesse aspecto? Em quanto tempo podemos definir se o diagnóstico é válido para um caso de suicídio? Até que ponto a AC poderia contribuir para que se possa fazer intervenções em Suicídio de maneira mais progmática aceitável em nossa realidade?aceitável em nossa realidade?


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Escrito por:

Jacques Madean L.
Psicólogo
terça, 17 de abril de 2007 - 10:26
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"um bom vínculo com o terapeuta, em alguns casos, pode até tirar o paciente da idéia de suicídio."
...
Concordo com sua preocupação com os acadêmicos. Já com relação ao vínculo na atuação em crise, tenho ressalvas. Pois bem. No Setting terapeutico, é sim importante que o vínculo seja de antemão administrado com sabedoria. Mas infelizmente o cliente muitas vezes vem à sessao com cargas experiênciais que causam as vezes dificuldades no processo. E dependendo do profissional, isso muda ou não. Certa vez na academia me disseram que o tempo ajuda mais que a Terapia, e hoje discordo pelnamente disso; uma vez que a terapia é uma relação de aprendizagem ativa, quiçá até como Freire falava. E ser empático deve existente bílateralmente. Lógico que outras habilidades são exigidas, mas estou me referindo ao caso.
A única dificuldade do atendimento é quando ele é em emergenciamente em CRISE. Isso porque a academia forma profissionais para diagnóstico e tratamento de longo prazo, o que dificulta. Mesmo nas vedetes do momento como as terapias focais, ainda há dificuldades.
Uma ferramenta nesses casos é sendo resolvida a crise, é fazer um compromisso com o cliente. Isto porque, conforme estudos, dificilmente há suicídio em se tendo um "por fazer".
Uma análise é necessária. E novas ferramentas tambem.

Escrito por:

Jacques Madean L.
Psicólogo
terça, 27 de novembro de 2007 - 11:12
responder tópico

Olá Jacques, acho que nós psicólogos temos e podemos atender um paciente com esta demanda, enfatizando o vinculo e tendo a humildade de ter o amparo de um profissinal da saúde, em caso de suicidas em potencial. Não podemos nos esquecer de toda a configuração fisiologica envolvida e no suporte que o paciente recebe com os medicamentos. Apesar de alguns colegas acharem que conseguem caminhar sozinhos, não devemos deixar que nossos pacientes possam correr riscos desnecessários, já que os medicamentos nos dá um auxilio valioso em momentos de crise.
Abç

Escrito por:

jussara .
sexta, 10 de dezembro de 2010 - 04:42
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